A ANP analisará na reunião da diretoria de amanhí (04/02) o primeiro plano de avaliação da descoberta (PAD) da área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A agência já havia autorizado previamente a perfuração de um poço na área e a realização de um teste de formação a poço revestido (TFR), como parte dos compromissos do PAD.
O poço 3-BRSA-1322-RJS faz parte das atividades firmes do plano. A perfuração foi iniciada em 26 de setembro de 2015, em lâmina d’água de 1.911 m, pela sonda West Carina, e já encontrou indícios de óleo. Já o TFR que também foi liberado previamente é uma atividade contingente e será realizado no poço 3-BRSA-1305A-RJS, na parte noroeste de Libra.
A Petrobras já cumpriu todas as atividades firmes do programa exploratório de Libra, com exceção do teste de longa duração (TLD), que está programado para o primeiro trimestre de 2017.
Atualmente, está sendo realizada uma licitação para a contratação do primeiro mapeamento sísmico da área. O levantamento será de dados 3D, com extensão de 1,5 mil km².
O consórcio de Libra é operado pela Petrobras (40%), em parceria com Total (20%), Shell (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%).