A produção da Total cresceu 11% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo perãodo de 2014. De acordo com a petroleira francesa, o motivo para o crescimento foi o início de produção em oito grandes projetos em 2015. A expectativa da petroleira é de que, até 2017, a alta anual da produção seja de 6% a 7%, caindo para 5% até 2019.
Para 2017, um dos grandes projetos da companhia é o teste de extensão de poço em Libra, na Bacia de Santos. A companhia detém 20% de participação na área, em parceria com Petrobras (40%, operadora), CNPC (10%), CNOOC (10%) e Shell (20%).
Atualmente, a Total tem um plano em curso para reduzir o capex, que deve ficar entre US$ 23 bilhões e US$ 24 bilhões este ano, queda de aproximadamente 15% ante o investimento recorde de US$ 28 bilhões em 2013. A previsão é de que em 2016 o capex seja de no máximo US$ 21 bilhões e em 2017 fique entre US$ 17 bilhões e US$ 19 bilhões.
Quanto ao opex, a petroleira informou que ao final do primeiro semestre deste ano já havia atingido 66% da redução dos gastos planejada para 2015, estimada em US$ 1,2 bilhão. Com isso, a meta de economia foi estendida para um patamar entre US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões até 2017.
A Total informou que direcionará 75% do capital para o upstream e 25% para o downstream.