A produção no pré-sal caiu 9,3% em abril, para 801 mil barris/dia, em compração com março, quando a província produziu 883,4 mil barris/dia. De acordo com a Petrobras, única operadora no pré-sal, a redução foi provocada pela manutenção nos FPSOs Cidade de Angra dos Reis e Cidade de Paraty, que operam na Bacia de Santos.
A empresa não detalha a produção por poços ou plataformas, mas as unidades que pararam têm 220 mil barris/dia de capacidade de produção de petróleo e operam no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. Apesar da queda no pré-sal, a Petrobras conseguiu elevar sua produçã em 5% em abril, para 2,035, milhões de barris/dia, após recuperação da Bacia de Campos.
Dados publicados na sexta-feira (6/5) pela ANP indicaram que a produção de petróleo no pré-sal chegara a novo recorde em março, totalizando 883,8 mil barris/dia em ativos as bacias de Campos e Santos. O resultado é 1,1% maior do que o registrado no mês anterior e reflete o aumento do número de poços em operação, que subiu de 57 para 59 no perãodo.
Os bons resultados no pré-sal, contudo, não têm sido suficientes para elevar a produção nacional, que caiu em março pelo terceiro mês seguido, para 2,26 milhões de barris/dia de petróleo – 3,03% menos em fevereiro. A produção nacional de abril deve ser disponibilizada pela ANP na primeira semana se junho.
A produção média por poço no pré-sal, em março, foi de 15,0 mil barris/dia, sendo 20,2 mil barris/dia em Santos, em 33 poços nos campos de Lula, Sapinhoá e Sépia – um poço de teste em Búzios produziu 20 barris/dia no mês, mas não há informações sobre os dias em que o poço produziu. Ao todo, Santos produziu 666,5 mil barris/dia do pré-sal.
Em Santos, os cinco poços mais produtivos do pré-sal superam 30 mil barris/dia, patamar que também é alcançado em Jubarte, na Bacia de Campos, mas apenas em um poço (7-JUB-34H-ESS). Em média, Campos produziu 8,7 mil barris/dia em 25 poços, totalizando 217,3 mil barris/dia.