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Clippings - 29/11/21

Projeto reativa base de apoio offshore em Angra dos Reis

Divulgação Splenda Port

A partir de janeiro de 2022, terminal portuário no sul fluminense será usado pela Maersk Supply Service para pré-instalação do sistema de ancoragem do FPSO Sepetiba.

O Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR) e a Maersk Supply Service anunciaram um projeto que reativará o complexo do porto no sul do Rio de Janeiro, como uma base de apoio offshore. O terminal, administrado pelo grupo Splenda Port, dará suporte à atividade de pré-instalação do sistema de ancoragem do FPSO Sepetiba, que será instalado no módulo 2 de produção do campo de Mero, na Bacia de Santos. A previsão é que as operações de pré-instalação do sistema se iniciem em janeiro de 2022 a partir da etapa de instalação da pré-ancoragem dos torpedos e linhas, com duração de sete meses.

Para receber novos projetos, a Splenda adquiriu uma planta de fluidos e espera ampliar ainda este ano o calado do terminal, que passará de 8,5 metros para 10 metros. A controladora prevê investimentos na expansão da área de armazenagem em mais 50.000 metros quadrados e em melhorias gerais, que incluem dragagem. “Estamos investindo em melhorias operacionais e estruturais para ampliar a capacidade do terminal de operar com navios de maior porte. Nosso objetivo é transformá-lo na principal base de apoio offshore do Brasil”, afirmou o CEO do TPAR e sócio da Splenda Port, Paulo Narcélio.

O diretor comercial do TPAR, Cleber Silva, acrescentou que a presença de um player importante do mercado credencia o terminal para atender às principais demandas do pré-sal. Com uma área total de 87.000 m², o TPAR está localizado em águas abrigadas, a cerca de 200 quilômetros da Bacia de Santos. O terminal conta com 400 metros de extensão de cais, disponibilidade de berço para atracação e retroárea, além de estar próximo aos principais campos de produção do pré-sal brasileiro.

O FPSO Sepetiba tem capacidade diária de processamento de até 180.000 barris de petróleo, injeção de água de 250.000 barris e tratamento de 12 milhões de metros cúbicos de gás natural, além de capacidade mínima de armazenamento de 1,4 milhões de barris de petróleo bruto.

Fonte: Revista Portos e Navios