unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 26/08/19

Projetos da Maha atrasados

A Maha Energy revisou sua média de produção em 2019. A projeção é que ela fique entre 3,3 mil bopd e 3,6 mil bopd, volumes 9% e 17% abaixo da estimativa anunciada em março. A revisão se deve a atrasos nas perfurações no campo de Tartaruga, na Bacia de Sergipe, e no recebimento de aprovações regulatórias referentes ao campo de Tiê, no Recôncavo.

Inicialmente prevista para este trimestre, a produção ainda não foi retomada em Tartaruga. Devido a problemas no poço 107D, o campo passou por um período de desligamento prolongado e só produziu durante quatro dos últimos oito meses.

Já em Tiê, houve demora para liberação do comissionamento final da expansão da refinaria local, para a estação de recebimento de petróleo Comboatá, da Petrobras, e para a ligação final da instalação Gas-to-Wire (GTW) pela Aneel.

O projeto GTW em Tiê já possui 13 dos 17 geradores funcionando, e a previsão é que o restante seja conectado na próxima semana (26/8). Cada gerador possui capacidade de receber até 30 mil m³/d de gás.

Em relação ao comissionamento do campo, todos os poços e zonas de produção em Tiê foram concluídos. Os testes de produção pendentes serão finalizados em setembro, com o objetivo de determinar as relações óleo-gás de cada zona.

“A nossa capacidade de produção atual (em ambos os ativos) excede 6,5 mil bopd. Depois que recebermos essas aprovações, poderemos facilmente aumentar a produção em mais 5,4 mil bopd (11,9 mil bopd)”, disse o CEO da Maha, Jonas Lindvall.

A companhia detém as concessões dos campos de Tartaruga (75%) e Tiê (100%), na bacia do Recôncavo, além dos blocos exploratórios REC-T-117, REC-T-118, REC-T-129, REC-T-142, REC-T-155 e REC-T-224, também no Recôncavo.

 

Fonte: Revista Brasil Energia