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Clippings - 16/10/14

Projetos em logística portuária deixam SC rumo a liderança do setor no País

Abrigando dois portos, o de São Francisco do Sul e Itapoá, a Baía da Babitonga, no norte do Estado de Santa Catarina, conta com três projetos e espaço para mais terminais. Para o prefeito de Joinville, Udo Döhler, a baía pode abrigar seis portos a médio prazo e se tornar o principal entroncamento portuário do país. “Somados aos outros portos catarinenses, o Estado vai liderar a logística marítima do Brasil em três ou quatro anos”, prevê Döhler.

O presidente do Porto de Itapoá, Patrício Junior, mais cauteloso, estima que SC vai liderar a atividade no Sul do país nos próximos anos e defende mais investimentos em infraestrutura. Para ele, é fundamental aprofundar o canal de entrada da Baía da Babitonga. “O terminal de Itapoá está ampliando a capacidade de 500 mil contêineres para 2 milhões/ano”, diz.

Aprovado no mês passado pelo Governo Federal, a construção do Porto Graneleiro TGSC em São Francisco, projeto da Logz, Litoral e Hopeful, totaliza R$ 600 milhões em investimentos. Além disso, o empresário Alexandre Fernandes está licenciando o Terminal Graneleiro Babitonga, e a cooperativa Coamo, do Paraná, comprou o Hotel Baiti, de Itapoá, para construir um porto graneleiro.

Com esses três projetos, a Baía da Babitonga somará cinco portos. Para Udo Döhler, há mais espaço ainda para terminais, “o que coloca a baía como única no mundo com essa capacidade”. A Samsung, da Coreia do Sul, manifestou ainda interesse ao secretário de Planejamento do Estado, Murilo Flores, em fazer um porto em Itapoá. Uma montadora que opera no Brasil também mostrou interesse em ter porto em SC, disse Flores.