A Prosafe alterou o contrato que tinha com a Petrobras para o afretamento da UMS Safe Eurus. A companhia substituiu a unidade afretada pela Safe Notos e antecipou o início da operação do primeiro trimestre de 2017 para o quarto trimestre de 2016.
Além disso, a duração do contrato original, de três anos, foi estendida por mais 222 dias. O valor total do contrato agora está avaliado em US$ 189 milhões, frente aos US$ 164 milhões previstos anteriormente.
As companhias também acordaram uma redução de 14% na taxa diária da UMS Safe Concordia, rebatizada pela Petrobras de UMS Cidade de Quissamí, única unidade da Prosafe em operação no Brasil no momento. A redução é válida para o segundo trimestre de 2016.
A Petrobras agora também tem a opção contratual de encerrar o contrato da embarcação antecipadamente. As mudanças nos contratos ocorreram porque a Prosafe teve que renegociar com o estaleiro Cosco a entrega da Safe Eurus para o quarto trimestre de 2019, com o objetivo de adiar o pagamento final pela construção da embarcação a fim de reduzir os riscos financeiros da companhia.
O acordo faz parte de um refinanciamento fechado com credores, detentores de títulos e acionistas. O objetivo é melhorar a liquidez da empresa em US$ 478 milhões por um perãodo de cinco anos, além de reduzir o débito da companhia em US$ 395 milhões. A operação também prevê uma emissão e recompra de ações.