A QGEP informou solicitou à ANP a prorrogação dos prazos exploratórios do bloco CAL-M-372, na Bacia de Camamu-Almada. O segundo perãodo exploratório da área venceu em dezembro de 2015, mas o contrato está suspenso porque o Ibama não liberou a licença ambiental para perfurar na região.
A previsão é que o órgão libere a autorização somente em 2017, quando deve ser iniciada a perfuração de um poço pioneiro do bloco, orçado em US$ 25 milhões.
Resultados
A QGEP registrou lucro de R$ 46,5 milhões no primeiro trimestre de 2016, queda de 51% frente aos ganhos de R$ 51% do mesmo perãodo do ano passado. A receita da empresa somou 143,8 milhões entre janeiro e março, aumento de 14,1% frente ao faturamento de R$ 126 milhões dos mesmos meses de 2015.
A companhia informou que já observa perspectivas positivas para o setor este ano. “No Brasil, vemos algumas indicações de um maior grau de flexibilização na regulação do setor de óleo e gás, o que pode ser benéfico à medida que seguimos com a exploração e desenvolvimento dos nossos ativos, incluindo a descoberta de Carcará”, afirmou.
Este ano, a QGEP planeja investir US$ 82 milhões. Do total, US$ 47 milhões irão para o campo de Atlanta, na Bacia de Campos, que tem o primeiro óleo previsto para o final deste ano.
Já em 2017, a empresa prevê investir US$ 80 milhões em exploração, com as perfurações no CAL-M-372 e no prospecto de Guanxuma, no B-S-8, além de um teste em Carcará Noroeste e das atividades de exploração nos blocos arrematados na 11ª Rodada.