A QGEP vai demandar uma sonda e quatro embarcações de apoio na primeira etapa de exploração do bloco FZA-M-90, na Bacia da Foz do Amazonas, contratado na 11ª rodada, em 2013. A petroleira vai perfurar, inicialmente, um poço no bloco e, atualmente, realiza os estudos para emissão de licença ambiental pelo Ibama.
A frota pode ser contratada em parceria com as outras operadoras que atual no mesmo setor de águas de águas profundas na Foz do Amazonas – área de nova fronteira, na qual ainda não foram feitas perfurações. Total e BP chegaram a cogitar a utilização de uma sonda que estava contratada pela BP (Ensco DS-4), mas que teve o fim do contrato antecipado.
“A QGEP vem buscando o máximo de sinergia com os demais operadores da região, visando a otimização de recursos”, informou a empresa. Além da sonda ,a companhia precisará contratar três embarcações para suprimentos e um OSRV, dedicado a contenção em caso de vazamento.
Além do FZA-M-90, operado pela QGEP (35%), com Premier Oil Brasil (35%) e Pacific Brasil (30%), a Total opera os blocos FZA-M-57, FZA-M-86 e FZA-M-88, com 40% do consórcio, em parceria com BP (30%) e Petrobras (30%). Estas sócias estão no FZA-M-59, operado pela BP (70%), em sociedade com a Petrobras (30%).
Pelo planejamento inicial da ANP, os programas exploratórios mínimos (PEM) dos cinco blocos deve ser concluído até agosto de 2018, com a perfuração de, ao menos, doze poços pela Total (9), BP (2) e QGEP (1). A demanda pode ser maior, dependendo do resultado dos primeiros poços e da interpretação dos dados sísmicos.
Os prazos, contudo, podem ser suspensos ou postergados, a depender do licenciamento ambiental.
A QGEP, particularmente, ainda está fechando o cronograma da campanha. “É cedo para fazermos uma previsão. Além da licença ambiental, estes prazos dependem também da alternativa de contratação de sonda a ser adotada.”, informou a empresa.