A reestruturação da Transportadora Associada de Gás (TAG) está na pauta da próxima reunião do conselho de administração da Petrobras, que será realizada amanhí (24/7). De acordo com o conselheiro representante dos trabalhadores, Deyvid Bacelar, também serão discutidos o regimento interno dos comitês e a renovação do registro da companhia na Securities and Exchange Comission (SEC).
Parte dos US$ 15,1 bilhões que a Petrobras pretende conseguir com a venda de ativos até o final de 2016 pode vir das subsidiárias de transporte de gás – TAG, TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia) e TSB (Transportadora Sulbrasileira de Gás Natural). A petroleira não informa, contudo, os ativos que serão desinvestidos no seu Plano de Negócios 2015/2019.
A TAG é responsável por controlar a malha sudeste e nordeste, Gasene e Urucu-Manaus. De acordo com avaliação da NatGas, a subsidiária deve ser avaliada entre US$ 3,8 bilhões e US$ 5,2 bilhões. O cálculo leva em conta a evolução do fluxo de caixa da companhia, considerando um aumento do volume transportado de 40 milhões de m3/dia para 70 milhões de m3/dia em 15 anos. Atualmente, a Petrobras detém 100% da TAG, mas, se optar pelo modelo adotado na TBG, no qual tem 51% de participação, o valor ficaria entre US$ 1,9 bilhão e US$ 2,6 bilhões, ou 49% do total.