
O volume de carga processada importada pelas refinarias do país voltou a crescer em 2018. Houve uma elevação de 25,85%, atingindo 170.403 b/d, ante 135.399 b/d do ano anterior, de acordo com relatório anual divulgado pela ANP.
O crescimento, que inclui importações de petróleo e condensado, interrompeu o movimento de queda acentuada iniciado em 2014. Desde então, o volume importado saiu da faixa dos 382 mil b/d chegando ao ponto mais baixo da década em 2017, com 135.399 b/d.
A crise econômica que afetou o país nos últimos cinco anos é uma das causas da redução no período. A estabilidade da economia e perspectivas de melhoria, ainda que tímidas, impactam a demanda e contribuem para a retomada da compra de cargas no exterior.
A importação de cargas de petróleo se dá em função da busca por maior margem competitiva com preços melhores no mercado externo. Um exemplo é a Refinaria de Petróleo Riograndense (RPR) que utiliza atualmente corrente de óleo Saharan Blend, importada da Argélia.
Fonte: Brasil Energia