Em terra, média de equipamentos em atividade no Brasil é a menor desde a década de 80
O número médio de sondas marítimas em atividade no Brasil este ano é o menor registrado desde 1999, de apenas nove unidades, de acordo com o “Rig Count” da BHGE.
Ao longo do histórico do levantamento, iniciado em 1982, somente em três anos – 1989, 1990 e 1991 – houve menos sondas em atividade no offshore do país.
A estimativa da BHGE é fechada mensalmente. Em 2018, os picos de sondas marítimas operando no Brasil foram registrados em fevereiro e julho, quando, em média, houve 11 equipamentos na ativa.
A situação em terra é ainda pior: a média deste ano é de apenas quatro unidades operando, a pior de toda a série histórica, ao lado de 2017.
Segundo a ANP, há 13 poços exploratórios em atividade, sendo nove em terra e quatro no mar. No onshore, há poços sendo perfurados nas bacias do Espírito Santo, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo e Solimões. No offshore, as atividades se concentram nas bacias de Santos e Sergipe.
As sondas utilizadas em terra são a RNB-2, pela Rosneft; Sonda de Produção Terrestre (SPT) 23, pela Energizzi Energias; Tuscany 120 (PGN); SPT 102 (Vipetro); Riowell 03 (Ubuntu); SPT 74 (Petrobras); SPT 158 (SHB); SPT 145 (Petrobras); e Imetame Energia 02 (Imetame).
Os poços listados pela ANP correspondem àqueles em que houve intervenção com sonda, incluindo aí a perfuração ou teste de longa duração (TLD) informada pela Situação Operacional de Poços (SOP) nos últimos 15 dias.
A BHGE considera, além de poços exploratórios, poços de produção, mas exclui da contagem sondas que estão realizando atividades de completação, intervenção e teste de produção.
Fonte: Revista Brasil Energia