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Clippings - 04/12/18

Rig count: Sondas marítimas na maior baixa em 20 anos

Em terra, média de equipamentos em atividade no Brasil é a menor desde a década de 80

O número médio de sondas marítimas em atividade no Brasil este ano é o menor registrado desde 1999, de apenas nove unidades, de acordo com o “Rig Count” da BHGE.

Ao longo do histórico do levantamento, iniciado em 1982, somente em três anos – 1989, 1990 e 1991 – houve menos sondas em atividade no offshore do país.

A estimativa da BHGE é fechada mensalmente. Em 2018, os picos de sondas marítimas operando no Brasil foram registrados em fevereiro e julho, quando, em média, houve 11 equipamentos na ativa.

A situação em terra é ainda pior: a média deste ano é de apenas quatro unidades operando, a pior de toda a série histórica, ao lado de 2017.

Segundo a ANP, há 13 poços exploratórios em atividade, sendo nove em terra e quatro no mar. No onshore, há poços sendo perfurados nas bacias do Espírito Santo, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo e Solimões. No offshore, as atividades se concentram nas bacias de Santos e Sergipe.

As sondas utilizadas em terra são a RNB-2, pela Rosneft; Sonda de Produção Terrestre (SPT) 23, pela Energizzi Energias; Tuscany 120 (PGN); SPT 102 (Vipetro); Riowell 03 (Ubuntu); SPT 74 (Petrobras); SPT 158 (SHB); SPT 145 (Petrobras); e Imetame Energia 02 (Imetame).

No mar, a Equinor perfura com a West Saturn no Norte de Carcará, enquanto a Petrobras realiza campanhas com a Norbe VIII, Petrobras 10.000 e Sonda Convencional 93 na cessão onerosa, no BM-SEAL-11 e em Peroba.

Os poços listados pela ANP correspondem àqueles em que houve intervenção com sonda, incluindo aí a perfuração ou teste de longa duração (TLD) informada pela Situação Operacional de Poços (SOP) nos últimos 15 dias.

A BHGE considera, além de poços exploratórios, poços de produção, mas exclui da contagem sondas que estão realizando atividades de completação, intervenção e teste de produção.

Fonte: Revista Brasil Energia