O Congresso Nacional aprovou o recurso que prevê que dos R$ 105,6 bilhões reservados para investimentos, aproximadamente R$ 61,7 bilhões irão para os seis eixos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
O Eixo Transportes receberá quase um terço do montante, aproximadamente R$ 18 bilhões, que serão repartidos entre obras em rodovias (R$ 13 bi), ferrovias (R$ 2,2 bi), aeroportos (R$ 2,2 bi), portos (R$ 1,01 bi), hidrovias e terminais fluviais (R$ 244 mi).
Além disso, a proposta para os investimentos do Governo Federal reserva R$ 40 milhões para o Ministério dos Transportes, R$ 1,6 bilhão para a Secretaria de Aviação Civil e R$ 1,2 bilhão para a Secretaria de Portos. Os investimentos visam aumentar a cobertura geográfica de rodovias pavimentadas, a manutenção de 62,7 mil km de malha e a construção e adequação de alguns trechos. As prioridades são: BR-101 em Santa Catarina e na região Nordeste; Rodoanel em São Paulo; BRs-163/230 no Paraná; BR-116 no Rio Grande do Sul; BR-280 e BR-470 em Santa Catarina; BR-163 no Mato Grosso; e BR 381 em Minas Gerais.
No modal ferroviário, o governo diz que o objetivo é o incremento qualitativo e quantitativo do transporte de cargas para escoamento da produção, promovendo uma interação com o sistema portuário.
No que diz respeito ao transporte aquaviário, o governo destacou que a atividade é uma das principais indutoras de desenvolvimento do Brasil. Os empreendimentos priorizam a manutenção, recuperação e ampliação da infraestrutura; a construção e a ampliação de berços; o reforço estrutural de cais; melhorias na gestão dos portos e no controle de tráfego de navios; a recuperação de molhes de canais de acesso; e a ampliação de eficiência logística.