O escopo da concorrência prevê que a unidade conte com sistema de posicionamento dinâmico DP2, passarela (gangway) com compensação de movimento e capacidade para pelo menos 70 pessoas, além da tripulação.
Previsto para ser iniciado em meados de julho, o contrato terá duração de 70 dias, com possibilidade de renovação por mais 110 dias.
A Shell é operadora dos campos de Bijupirá e Salema e do Parque das Conchas, onde estão os campos de Argonauta, Abalone, Ostra e Argonauta, na Bacia de Campos.
A petroleira anglo-holandesa opera ainda dez blocos na Bacia de Barreirinhas e três na Bacia de Santos, todos eles em fase de exploração.
Modec
Enquanto isso, segue em aberto o bid promovido pela Modec para contratar um flotel. Inicialmente, a concorrência previa início de operação em maio, mas as operações foram adiadas para junho. O contrato terá prazo de 200 dias.
Petrobras
Novas contratações de UMSs devem ser formalizadas nos próximos meses à medida que o prazo de afretamento de unidades a serviço da Petrobras chegam ao fim.
Entre julho e novembro estão previstos para terminar os contratos dos flotéis Gretha, da OOS, Aquarius Brasil, da Equinox, e Olympia, da Gran Energia.
No ano que vem expira o afretamento da UMS Prometheus, também da OOS, e, em 2020, será a vez do contrato da Safe Notos, da Prosafe, chegar ao fim.
No início de maio, o CEO da Prosafe, Stig Christiansen, disse a investidores que o Brasil será o primeiro mercado de flotéis a se recuperar.
“Esperamos que a Petrobras lance novas concorrências este ano. Isso é interessante porque, até dez anos atrás, eles [a Petrobras] praticamente não utilizavam esses equipamentos”, ressaltou.
Fonte: Revista Brasil Energia