unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 18/09/18

Shell traça meta de emissões de metano

Companhia vai colocar um teto de 0,2% de emissões em seus ativos de petróleo e gás como operadora

A Shell anuncia que vai colocar um teto de 0,2% para as emissões de gás metano em todas as suas áreas como operadora no setor de óleo e gás, até 2025. A medida faz parte do programa da empresa de reduzir a sua pegada de carbono pela metade até 2050, com foco também na transição energética global.

A empresa vai colocar em prática programas e tecnologias para reparar vazamentos, com o uso de câmeras infravermelhas para medir a porcentagem das emissões de metano e substituir equipamentos atuais por alternativas de baixa emissão.

O teto para o metano será medido tomando por base uma taxa atual de emissão, que é de 0,01% a 0,8% nos ativos de O&G onde opera.

Quando liberado na atmosfera, o gás metano possui um maior impacto sobre o aquecimento global do que o dióxido de carbono (CO²).

“O metano é um gás de efeito estufa potente, mas com uma vida útil relativamente curta na atmosfera. Reduzir as emissões de metano traz benefícios climáticos imediatos, enquanto são trabalhadas outras soluções de longo prazo”, afirmou Mark Radka, chefe do setor de Energia e Clima da ONU.

Ativos onde opera

No Brasil, a Shell é operadora das áreas Sul do Gato do Mato (80%), Alto do Cabo Frio Oeste (55%), S-M-518 (80%), na Bacia de Santos; oito áreas na Bacia de Barreirinhas e dos projetos Parque das Conchas (campos de Abalone, Argonauta e Ostra, na Bacia de Campos, 50%) e Bijupirá-Salema (também na Bacia de Campos, 80%).