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Clippings - 24/05/22

Ship-to-ship cresce no Brasil

Novos terminais, exportações de óleo e importação de gás ampliam número de transbordos em quase 40%

O número de operações ship-to-ship cresceu quase 40% em 2021, em comparação com o ano anterior. A Diretoria de Portos e Costas da Marinha contabilizou 977 operações de transbordo, ante 703 registros em 2020. De acordo com a DPC, o aumento significativo na quantidade de operações STS em áreas portuárias nesse período está relacionado à entrada de novos terminais nessas operações, assim como o aumento da exportação de óleo cru e também da importação de gás natural devido à crise energética do último ano, que motivou o acionamento das usinas termelétricas.

A DPC informa que atualmente estão sendo realizadas operações ship-to-ship, em mar aberto, na Bacia de Santos e na costa da Bahia, esta última a cerca de 40 milhas náuticas da cidade de Arembepe (BA). De acordo com a diretoria, existe uma área para operações STS já autorizada na costa do Espírito Santo, porém ainda não havia sido realizada nenhuma operação naquela localidade até o fechamento desta edição.

Desde 2016 em operação, a Açu Petróleo é proprietária do único terminal privado no Brasil para transbordo de petróleo em águas abrigadas, com capacidade para operar navios da classe VLCC (Very Large Crude Carrier), que armazenam até dois milhões de barris de óleo cru cada. A Açu Petróleo, joint venture entre a Prumo e a Oiltanking, realizou 123 operações de double banking (transbordo a contrabordo) em 2021, cerca de 10% a mais do que em 2020, mesmo com a ligeira queda nas exportações de petróleo brasileiras em relação ao ano anterior.

A Açu Petróleo movimentou 122,2 milhões de barris no ano passado, 9% a mais do que o registrado no ano anterior, e recebeu 205 navios, 7% a mais do que em 2020. A empresa também realizou sua primeira operação de suporte à cabotagem. Em agosto, a empresa bateu recorde de movimentação mensal com a realização de 19 operações de double banking com volume equivalente a cerca de 600.000 barris por dia, o que representou 44% da exportação brasileira de petróleo naquele mês.

A empresa destaca o crescimento contínuo e estável em seus negócios, nos quais é responsável por cerca de 30% da exportação de petróleo nacional e atende a praticamente todas as operadoras que atuam no Brasil. A companhia também está expandindo seu portfólio de clientes do mercado internacional, por meio de contratos com as operadoras chinesas.

Em março, a Açu Petróleo assinou um acordo com a Petrobras e a Transpetro para a interligação do seu terminal de petróleo, localizado no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), ao terminal de Cabiúnas da Petrobras, em Macaé (RJ). O acordo prevê o detalhamento dos requisitos básicos e estudos técnicos de engenharia para a futura interligação entre os terminais. A interligação faz parte do projeto Spot e está prevista no plano de expansão de negócios da companhia, que possibilitará o uso do terminal da Açu Petróleo para o abastecimento das refinarias Reduc e Regap.

Em fase de licenciamento ambiental, o Spot prevê a construção de 12 tanques de armazenamento, com capacidade total de 5,7 milhões de barris, e dois oleodutos, que serão ligados a Cabiúnas. De acordo com a Açu Petróleo, o Spot se encontra em estágio avançado de desenvolvimento e licenciamento. A empresa diz que, além de estratégicos para o abastecimento das refinarias, o projeto proporcionará maior flexibilidade operacional e eficiência para importação e exportação de petróleo.

A Açu Petróleo também vem se preparando para atender ao novo mercado de downstream brasileiro e viabilizar novos modais logísticos para internalização do produto, como as operações de apoio à cabotagem para alimentação das refinarias ao longo da costa brasileira. Em julho de 2021, a empresa movimentou aproximadamente 500.000 barris de petróleo e, desde então, as operações de cabotagem para abastecimento às refinarias vêm sendo realizadas de forma regular no terminal de petróleo. “Com isso, a companhia reforça o seu posicionamento no mercado de ser uma empresa provedora de infraestrutura e soluções logísticas com foco na movimentação de líquidos para o mercado de energia”, afirma o CEO da Açu Petróleo, Victor Snabaitis Bomfim.

De acordo com estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a produção nacional de petróleo deve saltar 53,8% entre 2022 e 2031, passando de 3,36 milhões de barris/dia para 5,17 milhões de barris/dia. Cerca de dois terços da produção nacional deve ser exportada em 2031. “Diante desse cenário, será necessário conciliar o crescimento das exportações com a proteção efetiva do meio ambiente, e as operações de transbordo a contrabordo têm se mostrado uma excelente alternativa para isso”, projeta Bomfim.

Ele conta que a Açu Petróleo está se preparando para atender a essas crescentes demandas do mercado de exportação de óleo brasileiro e ao novo mercado de refino no Brasil de forma eficiente e ambientalmente segura. O planejamento estratégico da companhia inclui o projeto de expansão do terminal, com a construção do parque de tancagem e a conexão dutoviária à malha existente. “Futuramente, a empresa terá capacidade diária para armazenagem de 5,7 milhões de barris, podendo ser ampliada para 11 milhões”, adianta o executivo.

Com 25 metros de profundidade, o terminal da Açu Petróleo está licenciado para movimentar até 1,2 milhão de barris de petróleo por dia. A unidade conta com três berços de atracação, o que contribui com a previsibilidade da operação com baixo downtime. O terminal está localizado próximo aos principais campos produtores de petróleo das bacias de Campos e de Santos, região onde a produção oriunda do pré-sal é predominante.

As operações são realizadas em área abrigada e protegida por quebra-mar, com barreiras de contenção preventivas, suporte da infraestrutura portuária e embarcações de apoio dedicadas. Elas contam com plano de emergência integrado aos planos de resposta do Porto do Açu, apoio da praticagem na manobra de navios, frota dedicada de rebocadores e controle de emissões atmosféricas (balanço de vapor). Bomfim diz que as operações de transbordo atracado são submetidas a processo rigoroso de licenciamento ambiental prévio, com a submissão de estudos de impacto ambiental (EIA/Rima) e contam com fiscalização frequente de órgãos ambientais.

A Açu Petróleo conta com sistema de monitoramento e linhas de combate a incêndio e base de emergência instalada no próprio terminal. Cada berço dispõe de um gangway para transporte de tripulantes e ganchos de amarração utilizados na atracação dos navios. Em todas as operações são utilizadas defensas ?utuantes e protegidas por barreiras de contenção de óleo, o que dá mais segurança às operações.

A empresa realiza, de forma regular, simulados de emergência com a participação de clientes, parceiros e autoridades, como o Corpo de bombeiros, o Inea e a Marinha do Brasil. A Açu Petróleo realiza monitoramento, recolhimento e contenção do óleo, salvamento de homem ao mar, prontidão de recursos de combate a incêndio e emergências médicas, comando de gerenciamento do incidente, monitoramento/limpeza de praia e resgate/tratamento de fauna oleada.

O Porto de Suape (PE) tem operações rotineiras com gás liquefeito de petróleo (GLP) desde os anos 2000 e que se intensificaram à medida que a demanda passou a ser maior do que a tancagem de terra, considerando que as operações da Transpetro no porto são pequenas. A operação específica de GLP em Suape acontece com um navio-cisterna, que fica permanentemente ancorado no porto e funciona como armazenagem adicional ao que existe em terra. Ao longo do tempo, a Transpetro começou a fazer outras operações STS com óleo combustível, petróleo bruto e do próprio GLP fora dessa condição. “Desenvolvemos vários píeres e várias áreas destinadas a operações STS”, destaca o diretor de gestão portuária de Suape, Paulo Coimbra.

O porto hoje dispõe de seis instalações, entre píeres e cais, preparadas para operações ship-to-ship atracadas. Existem planos de arrendatários do porto com pedidos encaminhados ou já aprovados para execução dessas operações. É o caso do grupo Ultra, que tem autorização para 40.000 m³, e da Decal, que tem projeto para duplicação da capacidade. O Terminais Marítimos de Pernambuco (Temape), que opera granéis líquidos, está começando obras para acrescentar 22 mil m³ de volume à sua capacidade atual. “A pandemia foi um freio, em que as empresas colocaram em hold operações que estavam previstas”, observa Coimbra.

Ele diz que a Transpetro chegou a ter uma concentração grande de operações ship-to-ship em Suape e hoje abriu o leque com operações em Pecém (CE), que foram retomadas em 2021. Ele explica que, naquele ano, a Petrobras tinha previsão de fazer manutenção periódica obrigatória em três refinarias, entre elas a de Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. Com esse evento pontual, houve necessidade da Petrobras importar produtos já refinados para compensar o período das refinarias paradas. A Transpetro firmou contrato com o Porto do Itaqui (MA). Coimbra diz que Suape tem águas abrigadas como um de seus diferenciais para operações STS, além de outras facilidades, como o contrato de arrendamento de dutovia com a Ultracargo.

A média anual de movimentação de granéis líquidos em Suape fica entre 8 milhões e 9 milhões de toneladas na refinaria e em aproximadamente 18 milhões de toneladas/ano, incluindo a movimentação dos arrendatários. No chamado porto externo, localizado em áreas abrigadas entre o molhe e arrecifes, são operados granéis líquidos, incluindo produtos químicos.

No porto interno, o cais 1 que movimenta contêineres pode atender também a operações ship-to-ship, assim como o cais 5, que tem autorização para este tipo de operação, e o cais 4 que depende de solicitação da Transpetro ao órgão ambiental. A avaliação da administração do porto é que, apesar de os cais alternativos não serem dedicados ao granel líquido, eles oferecem condições favoráveis para serem ofertados quando estão ociosos. “Temos insistido com a Transpetro para utilização das diversas alternativas para STS”, destaca Coimbra.

Para 2022, Suape tem algumas reuniões programadas com a Transpetro em busca de outras possibilidades de STS em estudo, considerando inclusive operações fora da barra (underway). Coimbra destaca que, mesmo em águas abertas, as condições climáticas da região são favoráveis. “A Petrobras faz esse tipo de transferência (underway) próximo ao Uruguai. Temos expectativa de trazer algo dessa natureza para cá, mas não está definido. Precisa de simulações na USP, com que temos contrato. Esse é o elemento mais novo estudado, mas o martelo ainda não foi batido”, ressalta Coimbra.

O Porto do Pecém movimentou 3.152.367 toneladas por meio das operações ship-to-ship em 2021. No primeiro trimestre de 2022, o porto registrou 754.623 toneladas movimentadas especificamente com esse tipo de operação. “As operações de transbordo de combustíveis foram reiniciadas no terminal portuário do Pecém em março de 2021. Desde então, seguimos buscando, negociando com novos players com o objetivo de expandir o volume dessas operações”, conta o diretor de operações do Porto do Pecém, Waldir Sampaio.

Ele diz que o porto tem como diferencial a disponibilidade de berços de atracação no Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT), que tem calado de 15,30m para a realização dessa operação, permitindo atracação sem custos extras de demurrage para as empresas contratantes. Ele acrescenta que o Complexo do Pecém e seus prestadores de serviços têm investido fortemente em treinamento e suporte para resposta ambiental. Sampaio relata que, recentemente, foram adquiridas seis defensas pneumáticas e 12 mangotes de 10 polegadas. “Acreditamos na demanda crescente de combustíveis para os próximos anos”, projeta o diretor.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) percebe tendência de crescimento nesse tipo de operação em águas nacionais. “As empresas, em parcerias com terminais de uso privado (TUPs), na costa brasileira, têm solicitado autorização para operação STS na modalidade atracada”, destaca a agência. Entre elas, autorizações para exercício de transbordo atracado de duas empresas no TMUT, no Complexo do Pecém: Transpetro e Unilink Transportes Integrados.

Com a publicação da resolução ANP 811/2020, foram autorizadas seis operações na modalidade atracada (três no Sudeste, duas no Sul e uma no Nordeste), duas fundeadas (uma no Norte e outra no Nordeste); e duas em movimento (underway), das quais uma no Sudeste e uma no Nordeste. As empresas autorizadas são: Fendercare Serviços Marinhos do Brasil Ltda.; AET; Porto Sudeste; Transpetro; e Braskem. Atualmente, a ANP desenvolve sistemas de cadastro dos agentes autorizados e de declaração de operações ship-to-ship realizadas.

No ano passado, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) publicou a resolução 59/2021 que regulamenta as operações ship-to-ship e que dispensa a obtenção de autorização desta agência reguladora do setor aquaviário para a realização desse tipo de operação. A norma apresenta conceitos técnicos, estabelece os tipos de navegação desempenhados por embarcações envolvidas em operações STS, e requer a submissão de informações sobre movimentação mensal e o tempo médio de permanência de embarcações nas áreas de transbordo.

A administração do Porto Sudeste (RJ) afirma que o terminal está em fase de negociações com potenciais clientes, com possibilidade de iniciar operações ship-to-ship ainda no primeiro semestre de 2022. “O Porto Sudeste tem todas as licenças e autorizações necessárias para a operação de transbordo a contrabordo. A previsão é que as atividades sejam iniciadas neste primeiro semestre, a depender das negociações já em curso com potenciais clientes”, informa o porto, controlado pelo fundo soberano Mubadala (50%) e pela trading Trafigura (50%).

O Porto Sudeste está autorizado a movimentar cargas em granel sólido e líquido. A nova operação consiste na transferência de granéis líquidos entre navios atracados à contrabordo um do outro (double banking) de forma a garantir maior eficiência ao transporte do petróleo que é explorado em alto mar. A avaliação é que essa modalidade evita os longos deslocamentos dos navios aliviadores, promovendo a redução de custos operacionais. A administração do terminal destaca que a atividade será realizada em águas abrigadas, com favoráveis condições meteoceanográficas e rigorosos controles de segurança e ambientais. Os navios, após atracados, estarão totalmente cercados por barreiras de contenção, o que garante os melhores níveis de segurança à operação.

O Porto Sudeste ressalta que o início dessa nova atividade não representará aumento do volume já licenciado ao terminal, apenas na utilização de sua capacidade ociosa. A carga não passará, nem será armazenada no terminal, sendo operada diretamente entre os navios. “O Porto Sudeste receberá o mesmo número de navios já previstos nos estudos ambientais que deram origem a seu licenciamento. Além disso, os novos estudos ambientais que permitiram a realização dessa atividade garantem um aproveitamento seguro e responsável da capacidade que o terminal ainda possui”, afirma a empresa.

A expectativa da empresa é que essa modalidade seja uma forma de preparação para o futuro e diversificação das operações. O entendimento do Porto Sudeste é que a operação de transbordo vem crescendo no Brasil, em especial na modalidade atracada, que agrega segurança, melhor controle ambiental e previsibilidade. Para a empresa, o aumento da produção de petróleo no país, em especial na produção do pré-sal, demanda alternativas logísticas para o escoamento da produção, seja para exportação, seja para cabotagem. “Sendo um novo player nessa operação, o Porto Sudeste beneficiará não somente a empresa, mas também o estado do Rio de Janeiro e o país”, projeta a empresa.

A administração do Porto Sudeste vê o momento atual como de boas oportunidades. O aumento da produção nacional dessa commodity (petróleo) vai demandar fortemente infraestrutura portuária com elevados padrões de segurança e qualidade de processos. A expectativa é que as condições estabelecidas para ship-to-ship no terminal propiciem uma redução significativa nos custos logísticos existentes, gerando ganho para o mercado como um todo.

A empresa afirma que o Porto Sudeste foi projetado para movimentar diversos tipos de produtos e que já estava previsto em seu plano de negócios diversificar as atividades, o que dispensa a necessidade de obras de infraestrutura. “Para a realização desta operação, o Porto Sudeste realizou todos os estudos prévios e contou com o apoio de consultorias especializadas na operação double banking, além de ter contratado pessoas com ampla experiência e qualificação no mercado”, salienta a administração do terminal.

A AET projeta que sua frota de Dynamic Positioning Shuttle Tankers (DPSTs) crescerá para 17 unidades até o final de 2022, incluindo 13 operando em águas jurisdicionais brasileiras. Este ano, a empresa recebeu três navios aliviadores de posicionamento dinâmico (DP2), de última geração, para operações offshore no Brasil, elevando a frota atual de DPST para 10 embarcações. De acordo com a AET, outros três navios-tanque DP2 ecoeficientes e altamente especializados estão em construção para clientes no Brasil e também devem ser entregues em 2022.

“Nossos navios-tanque DP2 são construídos especificamente para os requisitos técnicos requeridos pelo Brasil para afretamento de longo prazo, reforçando nossa posição de líder em operações de navios-tanque e nosso compromisso com operações ecoeficientes e de alta qualidade no Brasil”, destaca em nota.

A empresa afirma que continua a se posicionar para atender às potenciais oportunidades de crescimento do mercado. A AET ressalta que, como a maioria das instalações offshore se encontra em campos de águas profundas ou ultraprofundas, os DPSTs são cruciais para a cadeia de fornecimento de energia no Brasil. A empresa acrescenta que os navios aliviadores são operados por tripulações treinadas compostas por equipes mistas de marítimos brasileiros e estrangeiros.

“Estamos cientes dos desafios singulares em operar DPSTs em condições ambientais altamente exigentes e desafiadoras da bacia brasileira. Segurança e o bem-estar de nossa tripulação são nosso maior foco”, destaca a empresa. A AET está no Brasil desde 2010 e expandiu operações mirando se tornar operadora especializada e líder em DPSTs e fornecedora de serviços de Lightering Ship-to-ship (STS) no mercado brasileiro. Nesse período, mestres de amarração e tripulantes da empresa executaram mais de 490 operações de Lightering na América Latina.

Para a AET, as iniciativas ambientais e de sustentabilidade, sociais e de governança (ESG) são peças-chave em todas as operações. Um dos principais focos da empresa é estabelecer parcerias com instituições com ideias semelhantes para reduzir a pegada de carbono no ecossistema marítimo. Com o crescimento da frota da segunda geração de DPSTs, a empresa tomou medidas para reduzir as emissões e contribuir para uma indústria sustentável.

“Acreditamos em vários caminhos para a descarbonização. Entretanto, em todos eles, os caminhos exigem adoção de soluções e tecnologias inovadoras, tanto a bordo como em terra, reequipando e aprimorando nossa tripulação para permitir que eles operem navios com segurança e eficiência, além do investimento em P&D para futuras soluções de combustíveis para o abastecimento de nossas embarcações. É um processo contínuo”, avalia a empresa.

A AET salienta que investe em recursos humanos em todas as vertentes do negócio, com treinamento contínuo e melhorias dos processos, com ênfase no aprimoramento em segurança e manutenção dos equipamentos e embarcações. A empresa combina a experiência como líderes globais com a experiência local, sustentando o crescimento das operações por meio do escritório no Rio de Janeiro para suporte aos clientes. “A chave para o nosso sucesso operacional é manter um conjunto de colaboradores altamente qualificados e motivados através da diversidade e inclusão, juntamente com aprendizado e treinamento contínuos”, salienta a AET.

Fonte: Revista Portos e Navios