Siem Offshore continua com planos firmes para o Brasil. A filial da empresa no país aprovou dois aportes de capital, somando aproximadamente R$ 4,5 milhões, no primeiro trimestre deste ano. “O aumento de capital é parte da estratégia de manter a empresa forte e apta a realizar sua operações no Brasil”, afirma o diretor da companhia, Dante Carvalho.
De acordo com dados da Antaq, a Siem Offshore do Brasil possui dez embarcações de apoio marítimo no país, sendo quatro Crewboats (para transporte de passageiros), quatro PSVs e dois UTs (embarcações leves para transporte de carga).
Todos os barcos da companhia são próprios, o que garante à Siem 12,7 mil em tonelagem de porte bruto (tpb). O total de tonelagem própria é um dos critérios usados pelas autoridades marítimas para avaliar, por exemplo, se uma empresa de navegação pode inscrever uma embarcação estrangeira no Registro Especial Brasileiro (REB).
O REB tem sido um dos recursos usados por muitos armadores para proteger seus barcos de bandeira estrangeira de bloqueios motivados por modelos similares brasileiros, que têm prioridade a contratação, de acordo com a lei brasileira.
Com 32 embarcações próprias, segundo a Antaq, a Bram Offshore tem, de longe, a maior tonelagem, com 147,6 mil tpb. Na sequência, com mais de 50 mil tpb própria, estão a Starnav, com 22 embarcações e 77 mil tpb; CBO (20 barcos/ 72 mil tpb); Wilson Sons Offshore (16/61 mil tpb) e Up Ofshore (7/ 53 mil tpb).