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Clippings - 18/06/21

Siemens Energy Brasil assina contrato turnkey para desenvolvimento do campo de Bacalhau

Criada em outubro do ano passado, como um spin-off da Siemens, a Siemens Energy Brasil fechou contrato com a americana OneSubsea para fornecimento turnkey no projeto de desenvolvimento do campo de Bacalhau, na área do pré-sal da Bacia de Santos. A caçula do grupo Siemens, um gigante do setor que atua em projetos no Brasil há mais de 110 anos, vai fornecer sensores de pressão e temperatura para o sistema de produção subsea, equipamento de distribuição elétrica, incluindo jumpers elétricos, terminações de umbilicais, conectores para módulos subsea e conjuntos elétricos para o sistema de controles de equipamentos submarinos. A encomenda da OneSubsea inclui ainda entrega, por parte da Siemens, do variador de frequência (VFD) para a unidade de produção tipo FPSO.

“Esta nova empresa, focada em energia, foi criada para trazer ao mercado todo o portfólio sustentável e descarbonizado para a geração e transmissão de energia, apoiando principalmente as energias limpas emergentes. Além de trazer produtos, soluções, engenharia e serviços que irão transformar a indústria de energia, queremos apoiar nossos parceiros a atingir os avanços na redução de emissões de gases nocivos ao meio ambiente”, afirma o Head de Industrial Applications da Siemens Energy Brasil, Christian Schöck.

O campo petrolífero de Bacalhau fica a cerca de 185 quilômetros de São Paulo e a uma profundidade de 2.050 metros (6.726 pés). Os equipamentos usados lá será produzidos na fábrica da Siemens Energy Boemlo, na Noruega; e na fábrica de conectores elétricos submarinos em Ulverston, no Reino Unido.

“O escopo de Bacalhau 1 não é inédito para Siemens Energy no Brasil, mas certamente é importante. Hoje, nosso portfólio atende a maior representatividade do topside de um FPSO. Isso se dá por meio de equipamentos de geração, compressão, automação, e-house, módulos e subsea, sendo grande parte fabricada em Santa Bárbara D’Oeste, no interior de São Paulo. Daí a expectativa de continuar colaborando não somente com a energia do país, mas especialmente com a descarbonização das operações da indústria”, explica Schöck.

A instalação e o comissionamento dos equipamentos está prevista para 2023 e 2024. O escopo do projeto prevê que os sensores de pressão e temperatura forneçam dados de monitoramento para o sistema de produção no fundo do mar, permitindo que o operador de campo tome decisões objetivando uma produção mais segura e eficiente. Os conectores submarinos, por sua vez, fazem parte do sistema de distribuição e garantirão energia em baixa tensão e comunicação para as árvores de Natal do sistema submarino de produção.

“Hoje, a Siemens Energy Brasil atua em inúmeras frentes dentro do mercado de O&G. Por meio da Chemtech, empresa 100% Siemens Energy, atuamos no Brasil em engenharia de FPSOs, refinarias, plantas de geração ou cogeração e outros. Também alavancando outras áreas da empresa, temos grande foco em digitalização e tecnologias de descarbonização, inclusive com trabalhos no desenvolvimento do plano diretor de sustentabilidade junto aos nossos parceiros”, diz Schöck.

Fonte: Revista Portos e Navios

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