A Petrobras pretende começar ainda este ano as atividades sísmicas nas áreas offshore arrematadas em 2017. De acordo com a diretora de E&P, Solange Guedes, este foi um compromisso fechado com as parceiras nos blocos.
“Um dos efeitos colaterais muito positivos dessas parcerias estratégicas são alinhamentos de interesse. Temos o compromisso com nossos parceiros de iniciar as atividades sísmicas nos blocos marítimos ainda em 2018”, comentou a diretora em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (15/3).
Em 2017, a petroleira brasileira arrematou seis blocos marítimos na 14ª Rodada, todos na Bacia de Campos, em parceria com a Exxon. A companhia também levou a área de Entorno de Sapinhoá, na Bacia de Santos, durante a 2ª Rodada de Partilha, além de Peroba, em Santos, e Alto de Cabo Frio Central, em Campos, na 3ª Rodada de Partilha. Nessas áreas, as parceiras são Shell, Repsol Sinopec, CNODC e BP.
Topázio
Também está prevista para 2018 a conclusão das negociações das áreas que estão à venda no pacote conhecido como “Projeto Topázio”. Durante webcast com analistas, a diretora explicou que a Petrobras já excluiu os ativos dos investimentos previstos para 2019. “Há algum tempo esses ativos não são prioritários no nosso plano de alocação de investimentos”, explicou Solange.
A venda foi iniciada em setembro de 2017 e inclui cinco polos de campos terrestres, num total de 19 concessões distribuídas pelos estados do Ceará, Sergipe e Rio Grande do Norte.
Fonte: Revista Brasil Energia