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Clippings - 10/01/13

Sistema de produção de Atlanta entra em operação em 2018

O sistema antecipado de produção (SPA) do campo de Atlanta, no BS-4 da Bacia de Santos, com duração de três anos, está previsto para ser implantado em maio de 2014 e será composto por dois poços horizontais que serão perfurados este ano. O sistema definitivo do campo operado pela Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) está previsto para entrar em produção em meados de 2018, segundo o sumário executivo do plano de desenvolvimento (PD) revisado em dezembro pela ANP. O sistema contará com os dois poços do SPA e mais dez poços horizontais que serão perfurados entre 2017 e 2019.

O PD aprovado pela diretoria da agência em junho de 2009, quando a Shell ainda era a operadora do campo, previa que o desenvolvimento de Atlanta ocorreria em uma única fase, com um poço “concept proving” executado em 2010. O plano estimava que o primeiro óleo do campo ocorreria em agosto de 2014 e que pico de produção seria em 2016. O óleo dos reservatórios, segundo este PD, tem de 13º a 14º API.

Já o novo PD mostra que nos poços produtores do campo serão instaladas árvores de natal molhadas do tipo horizontal, equipadas para completação com bombeio centrífugo submerso submarino (BCSS) e mandris para conexão de linhas de fluxo via módulos de conexão vertical (MCV). Esses poços serão interligados aos manifolds via jumpers, que terão comprimentos médios de até 35 metros.

O documento da ANP reitera que o FPSO que será utilizado em Atlanta será compartilhado com o campo de Oliva e contará com instalações de processamento para os poços de desenvolvimento submarino. A QGEP vêm articulando desde setembro o afretamento de um FPSO para o SPA dos campos de Atlanta e Oliva. O PD de 2009, no entanto, previa que a unidade de produção seria uma TLP, com um FSO adjacente , para armazenar e exportar o petróleo.

O petróleo extraído será escoado para navios aliviadores diretamente do FPSO, enquanto que o gás natural será exportado através de um gasoduto destinado às instalações do campo de Uruguá.

A medição fiscal da produção do campo será realizado através de skid de medição, composto por três medidores – sendo um deles master, que ficará localizado após o tratador eletrostático e antes dos tanques de armazenamento.