A Petrobras ainda estuda o modelo de sistema definitivo a ser instalado em Libra. “Estamos avaliando se serão famílias de FPSOs replicantes ou plataformas customizadas para diferentes cenários”, explicou a gerente executiva da Petrobras para a área de Libra, Anelise Quintão Lara, durante apresentação no Brazilian Petroleum Conference nesta quinta-feira (21/5).
A princípio, os as plataformas destinadas a Libra terão capacidade para produzir 150 mil b/d e 12 milhões de m³/dia de gás, mas a companhia não descarta a possibilidade de encomendar unidades capazes de produzir até 250 mil b/d e 16 milhões de m³/d de gás, conforme os resultados alcançados nos TLDs.
Para a área estão planejados cinco testes do tipo, um na porção noroeste do campo, dois na porção central e dois em sua porção sudeste.
O primeiro deles está programado para 2016 e será conduzido pelo FPSO afretado ao consórcio Odebrecht/Teekay. Com capacidade para produzir 50 mil b/d de óleo e comprimir 4 milhões de m³/dia de gás, a unidade foi contratada a uma taxa diária de aproximadamente US$ 425 mil pelo perãodo de oito anos e possivelmente será utilizada para realizar os demais TLDs.
Nos testes, a companhia pretende perfurar, além do poço produtor, um injetor para reinjetar CO2. A expectativa é que os poços perfurados na região apresentem produção superior a 40 mil b/d de óleo, considerando-se a espessura do reservatório em Libra.