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Clippings - 21/09/16

Soluções submarinas integradas no radar da Petrobras

A diretora executiva de E&P da Petrobras, Solange Guedes, indicou que as soluções integradas em desenvolvimento por grandes players do segmento subsea estão no radar da estatal. A expectativa, acredita, são ganhos com produtividade e eficiência.

“Empresas subsea, com a série de fusões e aquisições que vêm ocorrendo, nos dão oportunidade de fazer contratação diferente na parte submarina, permitindo tornar esses projetos ainda mais competitivos”, disse a executiva, durante conferência com analistas.

Solange se refere a um movimento que se intensificou sobretudo após o início da queda do preço do barril de petróleo, em meados de 2014. A Schlumberger e a Cameron começaram formando a OneSubsea e, recentemente, tornaram-se uma só empresa. Caso semelhante é o da Technip e a FMC Technologies que, depois de criarem a Forsys Subsea, também deram início a um processo de fusão.

Outros exemplos de companhias que formaram alianças foram a Subsea 7, com a Magma Global e KBR; a McDermott, que se juntou à GE O&G e Enpro Subsea; e a Aker Solutions, que fechou parcerias com a Saipem, a MAN Diesel & Turbo e Fjords e a Baker Hughes.

Além de soluções com maior custo benefício, Solange destacou que a Petrobras também se beneficiará de uma tendência global de redução de custos de bens e serviços nas contratações programadas para 2019 e 2020.

Ela ressaltou ainda que muitas plataformas com entrada em operação prevista para 2017 e 2018 já estão com cronograma físico avançado, com execução entre 70% – caso do FPSO Campos de Goytacazes – e 97%, o que também aliviará o caixa da petroleira.

Questionada sobre riscos de fornecimento no Brasil, a executiva afirmou que a companhia não percebe falta de oferta. “O que vemos é que as empresas estão buscando projetos e é nessa lacuna que estamos também discutindo carrego de capex”, observou.