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Clippings - 06/05/19

Sondas do pool: classificação revisada

Após a repercussão negativa no mercado, a Petrobras revisou o resultado da classificação da concorrência destinada ao afretamento de uma ou mais sondas para operação em 2 mil m de lâmina d’água. A comissão de licitação liberou um comunicado de revisão qualificando isoladamente todas as unidades ofertadas no processo e colocando a semissubmersível Alpha Star, da Constellation, em primeiro lugar, com taxa diária de US$ 136 mil (valor sem mobilização).

Na primeira classificação divulgada, seis sondas ocupavam o primeiro lugar. A revisão garantiu também a inclusão de duas sondas da Petroserv – o navio-sonda Carolina e a semissubmersível Victoria – que foram ofertadas na licitação, mas ficaram de fora da primeira lista de classificação.

Com a mudança, a semissubmersível Gold Star e o navio-sonda Amaralina Star, da Constelattion, passaram a ocupar o segundo lugar e terceiro lugares, com taxas diárias de US$ 139 mil e US$ 160 mil, respectivamente. A quarta posição ficou com a Norbe VI, da Ocyan, que ofertou taxa diária de US$ 166 mil, seguida pela Lone Star (Constellation) e a Catarina, da Petroserv (Ventura), em quinto e sexto lugar, com as propostas de US$ 173 mil/dia e US$ 194 mil/dia, respectivamente.

O navio-sonda Laguna Star, da Constellation, caiu da segunda para a sétima posição, seguida pela West Tellus, da Seadrill, em oitavo lugar. O Carolina e a Victória (Petroserv) ficaram com o nono e o décimo lugares, na frente da Deepwater Athena, da Transocean/Ocean Rig, e da Noble Danny Adkins e Noble Jim Day, ambas da Noble.

As taxas diárias ofertas para essas unidades se mantiveram no patamar de US$ 200 mil, com algumas mais próximas do teto de US$ 300 mil/dia.  A exceção ficou por conta da oferta da Noble, para a Noble Jim Day, cotada a US$ 415 mil/dia.

A Petrobras ainda liberou um segundo comunicado aos participantes solicitando extensão do prazo de validade das propostas. O edital de licitação requeria oferta válida até o dia 5 maio.

Diante da configuração da classificação inicial, o mercado especula que a Petrobras poderá afretar de cinco a seis sondas no processo.

As unidades afretadas terão que estar prontas para operação em setembro. O edital prevê a possibilidade de dois prazos distintos para o contrato de afretamento: um de um ano, com possibilidade de renovação pelo mesmo período, e outro de dois anos firmes.

Em breve, a Petrobras deverá começar a convocar as empresas participantes para negociar, obedecendo a ordem de classificação. Como algumas sondas estão sendo ofertadas em outras licitações da petroleira e há unidades já contratadas no mercado, não há como prever o desfecho do processo.

Fonte: Revista Brasil Energia