A Statoil espera assumir a operação do C-M-539 (BM-C-33), na Bacia de Campos, no terceiro trimestre deste ano. O acordo de troca de operação com a Repsol Sinopec, atual operadora da área, foi anunciado em dezembro de 2015 e faz parte de uma estratégia global da Statoil que inclui ativos na Noruega, Brasil e Reino Unido. A transação ainda depende do aval da ANP.
Atualmente um plano de avaliação da descoberta (PAD) é conduzido no bloco para analisar os prospectos batizados de Pão de Açúcar, Seat e Gávea. No mês passado, a Repsol informou que havia concluído todos os compromissos do plano, após encontrar uma coluna de óleo de 175 m no quarto poço de avaliação da área, o Gávea A1. Agora, a companhia vai iniciar a análise dos resultados do plano.
“Notícias positivas vieram do Brasil sobre este ativo”, afirmou Hans Hegge, CFO da Statoil, durante a divulgação dos resultados do primeiro trimestre deste ano.
De acordo com a Statoil, as próximas fases serão a avaliação de dados subaquáticos adquiridos na área e o estudo das possíveis soluções para o desenvolvimento das descobertas.
O C-M-539 atualmente é operado pela Repsol Sinopec (35%), em parceria com a Statoil (35%) e a Petrobras (30%). O PAD da área é válido até dezembro de 2019.