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Clippings - 06/03/15

Subsea 7 conclui fase offshore de Sapinhoá-Lula NE

A Subsea 7 concluiu a instalação dos 27 risers de Sapinhoá-Lula NE, no pré-sal da Bacia de Santos, finalizando a fase offshore do projeto. De acordo com o relatório financeiro da empresa, divulgado nesta quarta-feira (4/3), restam apenas alguns trabalhos de pré-comissionamento na área, que serão realizados este ano.

A companhia registrou, ao longo de 2014, uma redução de US$ 100 milhões no prejuízo associado à execução do projeto de Sapinhoá-Lula NE, sendo US$ 16 milhões somente no último trimestre do ano passado.

O bom resultado no projeto, aliado à alta taxa de utilização dos PLSVs em contratos de longo prazo com a Petrobras, contribuiu para a alta de 9% da receita da companhia em 2014, de US$ 6,9 bilhões, em relação a 2013, e EBITDA 1,439 bilhão. No último trimestre, a receita obtida foi de US$ 1,4 bilhão e o EBITDA ficou em US$ 297 milhões.

Carteira

A empresa fechou o ano com uma carteira de pedidos da ordem de US$ 3,1 bilhões, sendo US$ 2,1 bilhões de novos contratos. Com a redução no ritmo de pedidos referentes a grandes projetos de SUFR (umbilicais, flowlines e risers submarinos), o backlog da empresa caiu para US$ 8,2 bilhões no final de 2014. Desse total, US$ 4,1 bilhões devem ser executados este ano.

A dívida líquida da empresa no ano passado ficou em US$ 6 milhões, US$ 220 milhões a menos que o ano anterior, como resultado da forte geração de receita a partir de atividades operacionais, que incluíram uma redução de US$ 268 milhões em ativos operacionais líquidos.

“Alcançamos resultados financeiros significativos em 2014, com receita recorde e EBITDA balanceado, graças aos altos níveis de atividade nos projetos em todos os quatro territórios (África e Golfo do México, Mar do Norte, Brasil e Ásia-Pacífico e Oriente Médio), e utilização de 82% de nossas embarcações”, comentou o CEO da Subsea 7, Jean Cahuzac.