Companhia participa de concorrências voltadas ao desenvolvimento de projetos no pré-sal de Santos
A Subsea 7 está de olhos novos contratos subsea no Brasil em 2019. “Estamos apresentando propostas ou em vias de ofertar para os projetos de Carcará, Búzios, Mero-2 e Lapa”, disse o CEO da empresa, Jean Cahuzac, durante conferência com analistas.
Todos os empreendimentos estão localizados no pré-sal da Bacia de Santos. Mero e Búzios são operados pela Petrobras, enquanto Carcará é operado pela norueguesa Equinor e Lapa, pela francesa Total.
A Subsea 7 é uma epecista com especialidade na interligação submarina de campos offshore. No ano passado, as atividades da empresa no Brasil diminuíram, com o encerramento dos contratos dos PLSVs Kommandor 3000, Seven Phoenix e Skandi Vitória com a Petrobras.
No momento, a companhia possui quatro PLSVs a serviço da estatal: Seven Cruzeiro, Seven Rio, Seven Sun e Seven Waves, que estão afretados até 2021 e 2022.
Resultado financeiro
A receita da Subsea 7 no quarto trimestre de 2018 foi de US$ 1,023 milhão, representando aumento de 1,9% em relação ao mesmo período em 2017, quando a companhia faturou US$ 1,003 milhão).A receita total em 2018 foi de US$ 4,1 bilhões, crescimento de 2,2% em comparação com 2017. O aumento foi motivado, entre outros fatores, pelo crescimento dos negócios de SURF.
Nos últimos três meses do ano passado, a Subsea 7 registrou lucro de US$ 32 milhões, ante US$ 51 milhões no mesmo período do ano anterior. Os ganhos totais em 2018 foram de US$ 165 milhões, queda de mais de 60% em relação a 2017.