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Clippings - 30/07/15

Subsea 7 excluirá 12 embarcações de sua frota

A Subsea 7 excluirá 12 embarcações de sua frota até o início de 2016. Do total, oito são navios próprios, que serão vendidos ou retirados de atividade e quatro, afretados. O número é um pouco maior em relação ao previsto no primeiro trimestre (11 unidades). Com a operação, a companhia espera obter uma redução de custos anual da ordem de US$ 150 milhões.

As embarcações de propriedade da Subsea 7 que serão excluídas de sua frota são o Seven Osprey, Seven Discovery, Rockwater 1, Seven Polaris, Seven Navica, Seven Inagha, Seven Antares e Seven Petrel . Já as unidades afretadas são o Havila Subsea, Skandi Neptune e Normand Subsea ou Acergy Viking e o Skandi Seven, que será devolvido à DOF Subsea em janeiro de 2016. Em contrapartida, a armadora conseguiu a renovação dos contratos dos navios Skandi Acergy e Skandi Skansen.

Com a operação, a frota da empresa – hoje composta por 39 navios – cairá para 30 unidades até o final deste ano, mas subirá para 32 em 2016. Isso porque cinco navios em construção entrarão em operação no perãodo. Afretado pela Petrobras, o PLSV Skandi Rio chegará ao Brasil no quarto trimestre. Já os PLSVs Seven Cruzeiro e Seven Sun começam a operar para a estatal no ano que vem, mesmo ano em que serão entregues o Seven Arctic e o Seven Kestrel.

Até o momento, o capex referente ao programa de construção e navios da Subsea 7 soma US$ 262 milhões. A expectativa é que os investimentos cheguem a US$ 610 milhões até o final do ano. O capex total da companhia ficará entre US$ 810 milhões e US$ 835 milhões em 2015.

Já a receita da Subsea 7 no ano deverá cair significativamente em relação a 2014. No segundo trimestre, a companhia faturou US$ 1,352 bilhão, queda de 30% ante o mesmo perãodo do ano passado. O Ebitda foi de US$ 275 milhões, ante US$ 452 milhões em 2014. O resultado foi afetado, sobretudo pela redução das atividades no Mar do Norte.

No Brasil, a companhia destacou a renovação do contrato do PLSV Seven Seas, com a Petrobras. “A expectativa é que o país gere resultados financeiros sólidos para a empresa nos próximos anos”, disse nesta quarta-feira (28/7) o CEO da Subsea 7, Jean Cahuzac, em conferência com analistas.