
Conforme antecipado pelo PetróleoHoje, a Subsea 7 foi a vencedora da licitação da Petrobras para o 8º módulo do campo de Búzios, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. A companhia arrematou o contrato de EPCI de SURF (sistema de coleta submarina), em um negócio avaliado em US$ 750 milhões – sendo o maior deste tipo já firmado pela grupo norueguês junto à estatal.
O escopo do contrato inclui projeto de engenharia, fornecimento de bens, fabricação, instalação e pré-comissionamento de aproximadamente 126 km de linhas submarinas de dutos rígidos. O acordo prevê, ainda, 98 km de linhas flexíveis e 88 km de umbilicais e infraestrutura associadas, além de ancoragem de linhas ao FPSO P-79, que será utilizado no projeto.
“O gerenciamento do projeto e a engenharia começarão imediatamente nos escritórios da Subsea 7 no Rio de Janeiro e em Paris. A fabricação dos dutos ocorrerá na unidade da Subsea 7 em Ubu, no Espírito Santo, e as operações offshore estão previstas para 2024 e 2025, usando um dos barcos da frota da Subsea 7, no Brasil”, informou a companhia em comunicado.
O 8º módulo de Búzios está programado para entrar em operação em 2025, contemplando o FPSO P-79, que terá capacidade para produzir 180 mil bpd e processar até 7,2 milhões de m³/dia de gás. A unidade está sendo construída pelo consórcio Daewoo/Saipem.
Além deste projeto, a Subsea 7 também é responsável pelo SURF e SPS do campo de Bacalhau, operado pela Equinor, e pelo desenvolvimento de Mero 3, operado pela Petrobras, sendo ambos no pré-sal da Bacia de Santos. O grupo norueguês possui, ainda, um contrato firmado com a estatal para o afretamento de três PLSVs.
Fonte: Revista Brasil Energia