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Clippings - 12/03/15

Subsea 7 prevê demanda por tubos flexíveis e rígidos no pré-sal

Para a companhia, Brasil segue como um dos grandes mercados na área de óleo e gás. A Subsea 7 prevê que o desenvolvimento do pré-sal e outros projetos de águas profundas no Brasil exigirão a aplicação tanto de tubos rígidos como flexíveis, entre outras tecnologias de risers. Com isso, a empresa acredita que haverá demanda para soluções de instalação de linhas submarinas no país.“O Brasil segue como um dos grandes mercados no setor de óleo e gás”, diz a empresa em seu relatório anual 2014, publicado nesta quarta-feira (11/3).

Embora nos últimos anos a Petrobras venha exigindo a utilização de linhas flexíveis para seus empreendimentos offshore, a companhia recentemente indicou ao mercado que há projetos de produção candidatos à utilização de risers rígidos.

No ano passado, a Subsea 7 faturou no Brasil US$ 954 milhões, alta de 17% em relação a 2013. A receita operacional líquida no país foi de US$ 199 milhões, ante o resultado negativo do ano anterior, quando a empresa registrou perda de US$ 318 milhões.

Além de praticamente concluir a fase offshore do projeto Sapinhoá-Lula NE, a empresa registrou boa utilização de sua frota de PLSVs e, por meio de sua divisão i-tech, fechou dois contratos de quatro anos de duração para fornecer e operar ROVs.