A Subsea 7 lucrou US$ 418 milhões em 2016, revertendo o prejuízo de US$ 37 milhões do ano anterior. As receitas da companhia no ano somaram US$ 3,6 bilhões, queda de 25% na comparação com o acumulado de 2015.
O Brasil foi o quinto maior país a contribuir para o faturamento da empresa no ano, atrás apenas do Reino Unido, Noruega, Estados Unidos e Egito. Em 2016, a companhia teve receitas de US$ 220 milhões no país, retração de 16% em relação aos US$ 262,6 milhões de 2015.
De acordo com a companhia, um dos fatores que afetou o faturamento foi a queda do número de sondas ativas no Brasil, o que diminuiu a atividade de suporte à ROVs no ano em comparação em 2015. Entretanto, a Subsea 7 é beneficiada no país pelas altas taxas de utilização nos contratos de afretamento de longo prazo de PLSVs com a Petrobras.
A empresa chegou ao final de 2016 com um backlog global de US$ 5,7 bilhões, diminuição de 7% na comparação com os US$ 6,1 bilhões do ano anterior.