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Clippings - 01/12/23

Sucesso em Inhambu reforça investimento da Seacrest no Brasil

Polo Cricaré (Foto: Divulgação Seacrest Petroleo)

O sucesso da perfuração do campo de Inhambu reforçou o plano da Seacrest de avançar com o investimento no Brasil. Ao PetróleoHoje, o CEO da petrolífera, Michael Stewart, afirmou que a descoberta “corrobora que a companhia está no caminho certo de crescimento no país”.

Segundo a petroleira, a campanha de perfuração de Inhambu vai contribuir com a expansão da produção em 2024. A empresa ainda planeja perfurar poços mais profundos na região, em 2024. A partir do IBU-70, a Seacrest encontrou um reservatório de arenito com porosidade de 17% a 25%. Ele possui 79 m de espessura e 129 m de extensão. A estrutura foi perfurada entre outras duas existentes e vai permitir à empresa conhecer com mais detalhes a capacidade de extração de óleo na área.

A partir do IBU-70, a Seacrest encontrou um reservatório de arenito com porosidade de 17% a 25%. Ele possui 79 m de espessura e 129 m de extensão. A estrutura foi perfurada entre outras duas existentes e vai permitir à empresa conhecer com mais detalhes a capacidade de extração de óleo na área.

“Essa descoberta nos coloca em condições de continuar a campanha de perfuração de 300 poços, visando a produção de mais de 21 mil barris por dia nos próximos dois anos”, afirmou o CEO da Seacrest Petróleo, Michael Stewart, em comunicado à Bolsa de Valores de Oslo, nesta quinta-feira, 30.

Ao todo, a Seacrest pretende alcançar a produção de 30 mil bpd até 2025, como antecipado pelo Petróleo Hoje. A expectativa é atingir um fator de recuperação médio de 17% nos campos do Polo de Cricaré, na Bacia do Espírito Santo, também operado por ela, e de 25% em Inhambu.

O passo seguinte será chegar a um fator de recuperação de 25% a 30%. Juntos, Cricaré e Inhambu, adquiridos da Petrobras, produzem 9 mil barris por dia.

O plano é recorrer ao Terminal Norte Capixaba, onde estão instalados cinco tanques de recebimento de petróleo e condensado, para exportar sua produção.

Fonte: Revista Brasil Energia