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Clippings - 03/02/23

TechnipFMC fecha contrato com Aker BP para Utsira High

O contrato de iEPCI será para três projetos que irão se unir às plataformas de produção Ivar Aasen e Edvard Grieg

Créditos: TechnipFMC

TechnipFMC assinou um contrato integrado de Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (iEPCI) com a Aker BP para o desenvolvimento de Utsira High, no Mar do Norte, conforme anúncio publicado pela empresa de engenharia na terça-feira (31). O valor do contrato situa-se entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão.

O negócio envolve três projetos que irão se unir às plataformas de produção Ivar Aasen e Edvard Grieg. Segundo informações no site da Aker BP, esses projetos consistem num tie-in do campo de Symra à Ivar Aasen e uma conexão da Fase 2 do campo de Solveig e o campo de Troldhaugen à Edvard Grieg.

A TechnipFMC irá projetar, adquirir, construir e instalar os sistemas de produção submarinos, controles, dutos e umblicais para a operação. Este projeto de iEPCI™ terá um estudo de engenharia e design de front-end integrado (iFEED)™ de dois anos.

“Nossa familiaridade com a área de Utsira High e o sucesso de nossa base instalada foram componentes-chave para receber este prêmio direto. Valorizamos nosso diálogo com a Aker BP durante esse processo e estamos entusiasmados em colaborar com eles na Utsira High”, informa no anúncio o presidente de submarinos da TechnipFMC, Jonathan Landes.

Aker BP em Utsira High

A Aker BP estima o começo da perfuração em Utsira High para o terceiro trimestre de 2025. O início da produção de Solveig e Troldhaugen possui previsão para o primeiro trimestre de 2026 e Symra para o primeiro trimestre de 2027. Os volumes recuperáveis do projeto totalizam 124 milhões boe.

A joint venture opera o campo de Symra com 50% de participação e em parceira com a Equinor (30%) e Sval Energi (20%). Ela opera a Fase 2 de Solveig (65%) em conjunto com a OMV (20%) e a Wintershall Dea (15%) e Troldhaugen (80%) também com a OMV (20%).

A companhia mantém uma segunda parceira com a Equinor, com o campo de de Johan Sverdrup, também em Utsira High. Sua participação é de 31,5%, enquanto a Equinor, que é operadora do campo, mantém 42,6%, e a Petoro (17,36%) e a TotalEnergies (8,44%) contêm o restante. No final de dezembro, a produção da Fase 2 do campo teve início.

Conforme publicado pelo PetróleoHoje, a Wood Mackenzie estimou que o ano de 2023 poderá ter um caixa de US$ 200 bilhões com as operações de petróleo e gás da Noruega no Mar do Norte. Isso se deve pelo país manter alta produção para ajudar a sustentar a crise energética da Europa. O relatório da consultoria destaca as atividades da Equinor e da Aker BP como responsáveis pelo valor de caixa, além do aumento da produção de 4,1 milhões de boe/d para 4,3 milhões de boe/d.

Fonte: Revista Brasil Energia