A TechnipFMC registrou lucro de US$ 191 milhões no primeiro trimestre de 2016, primeiro resultado após a fusão entre as duas companhias. Em comparação com os ganhos de US$ 147 milhões do mesmo perãodo do ano passado, quando as empresas ainda operavam separadamente, o valor representa uma alta de 30%
Já as receitas entre janeiro e março somaram US$ 3,4 bilhões, crescimento de 42% na comparação com o faturamento de US$ 2,4 bilhões que a Technip e a FMC tiveram separadamente nos mesmos meses do ano passado.
“Apesar do mercado global de energia continuar desafiador, estamos nos beneficiando da recuperação na América do Norte, além da forte execução no nosso backlog de projetos de longo prazo”, afirmou Doug Pferdehirt, CEO da TechnipFMC.
Ao final de março, o backlog da companhia estava em US$ 16,1 bilhões, dos quais US$ 6,6 bilhões estavam na área Subsea, US$ 9,1 bilhões em atividades onshore/offshore e US$ 400 mil em Tecnologias de Superfície.
A combinação dos negócios da Technip e da FMC passou a ser válida a partir de 17 de janeiro. A nova companhia nasceu com quase US$ 2 bilhões em contratos ativos diretos com a Petrobras. A maior parte desse volume (87%) é referente a serviços prestados sobretudo pela Technip, como afretamento e operação de PLSVs e LHs (line handlers).
A companhia francesa produz atualmente linhas flexíveis para os campos de Lula Alto, Iracema Norte e o TLD de Libra, operados pela Petrobras no pré-sal da Bacia de Santos. Já a FMC Technologies foi a escolhida pela estatal para entregar árvores de natal molhadas para os testes de Libra.