Empresa norueguesa apresentou proposta prevendo a utilização do FPSO Petrojarl I no campo da Bacia de Santos.
A SBM Offshore e Teekay estão disputando o projeto do FPSO que será utilizado na produção do campo de Atlanta, operado pela Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), na Bacia de Santos. A petroleira optou por solicitar duas propostas distintas na mesma licitação, uma para unidade com capacidade para 25 mil a 30 mil bpd de óleo e prazo de afretamento de três anos, e outra para uma unidade maior, capacitada para 80 mil bpd, pelo prazo de dez anos.
Nos dois cenários, a QGEP prevê iniciar a produção em 2016. Pelas características da concorrência, cujo o prazo de entrega da unidade de produção é muito curto, só é possível disputar a licitação disponibilizando um FPSO existente. Essa exigência da concorrência acaba limitando o número de participantes.
A Teekay apresentou proposta para o FPSO de menor capacidade e pode utilizar no contrato, caso saia vencedora, o FPSO Petrojarl I, descomissionado pela Statoil no ano passado. A proposta da empresa prevê um contrato de afretamento de três anos da undidade de produção.
A SBM Offshore apresentou proposta para o FPSO de maior capacidade, que terá planta de processo de 80 mil barris/dia. A proposta de empresa holandensa prevê um contrato de longo prazo, 15 anos a partir do primeiro óleo.
A QGEP agora analisa quais dos dois projetos é mais vantasojo para a empresa. A expectativa é que o resultado da licitação seja divulgado pela empresa até o final do ano. A QGEP (30%) é operadora do campo em parceria com a OGPar (40%) e a Barra Energia (30%).
A QGEP informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o processo de licitação da FPSO para o campo de Atlanta continua em andamento e, em respeito aos concorrentes, a empresa se manifestará apenas na conclusão da concorrência.