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Clippings - 13/03/17

Terceiro leilão de partilha deve ofertar três áreas

O governo deve ofertar três áreas no terceiro leilão de partilha da produção, programado para o segundo semestre deste ano. A previsão é do diretor do Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural do MME, João Vicente de Carvalho Vieira.

Sem detalhar os ativos, o dirigente confirmou que o MME recebeu a lista de áreas com potencial para serem ofertadas – enviada no mês passado pela ANP – e ressaltou que conta com a participação da indústria na indicação de áreas consideradas mais atrativas.

“Tivemos indicações pra áreas do pré-sal, de grandes empresas, e para áreas terrestres, de médias e pequenas, e isso é importante para que o governo saiba onde o mercado está querendo investir”, explicou Vieira a jornalistas, após participar do Workshop Onshore no Brasil, promovido pela Firjan, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (10/3).

Reate

A ideia do governo é promover ao menos uma rodada de áreas terrestres por ano até 2019, mas isso dependerá do tempo que o CNPE levará para definir as áreas a serem ofertadas, alertou João Vicente de Carvalho Vieira.

O dirigente disse que o governo tenta hoje integrar o Programa de Revitalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás em Áreas Terrestres (Reate) com o Topázio, visando ampliar as sinergias das rodadas com o programa de desinvestimentos da Petrobras.

“A ideia é apresentar as diretrizes e iniciativas (para estimular o setor onshore) na reunião de junho do CNPE”, antecipou.