No dia 27 de julho, momento da manobra de atracação do N/T Rômulo Almeida no PÍER II do Terminal Petroquímico de Miramar (foto), administrado pela Cia Docas do Pará – CDP, foram ouvidos fortes estalos na estrutura de ferro que sustenta as defensas localizadas neste píer (defensas sentido Belém, popa do navio), fato que chamou atenção imediata dos empregados da CDP, Edimar Ferreira de Araujo e Luis Palheta da Silva que atuam, em conjunto com outras três turmas, nas atracações das embarcações e fiscalizações de todos serviços afetos a operação de abastecimento e desabastecimento de combustíveis neste terminal, e que estavam posicionados neste lado da atracação (popa do navio).
Muito embora já houvessem sido feitos registros anteriores sobre as condições dessa estrutura (porém, que nunca foi dado a devida atenção pelo administrador anterior) os referidos trabalhadores acionaram a “Guarda Portuária”, que se encontrava de serviço no referido píer, que de imediato se dirigiu para o local exato onde aconteciam os estalos, à medida que o navio era comprimido contra a estrutura do píer.
Com base no observado, o guarda portuário de imediato acionou o SSPMIR – Supervisor de Segurança do Terminal (guarda portuário Francisco A. G. Lima), que por sua vez repassou de imediato a situação para o ATEMIR – administrador do terminal (Pedro Paulo) para conhecimento e os devidos encaminhamentos. Encaminhamentos que foram feitos de imediato, ficando todo relato do guarda portuário (sem quaisquer tipo de avaliação técnica) como de praxe da corporação, no livro de ocorrências do posto píer II.
A partir daí, foi acionada uma verdadeira força tarefa envolvendo os setores de Engenharia do terminal (engenheira Jocelina Ferreira) e a respectiva gerência e diretoria (gestão portuária) afeta ao problema, a qual detectou um comprometimento acentuado da referida estrutura que poderiam trazer sérios danos à navegação de cabotagem desse terminal, cujos navios abastecem o Pará todo e que poderia comprometer seriamente esse abastecimento,
Ressalte-se que a gravidade do que foi detectado foi tão significativo que a CDP já calculou que despenderá cerca de meio milhão de reais para corrigir rapidamente esse problema.