A licença ambiental irá apoiar o projeto Santos Sul 3D, parceria da TGS com a PGS na Bacia de Santos

O Ibama emitiu, na última sexta-feira (27), licença de pesquisa sísmica marítima 3D na Bacia de Pelotas à TGS. O vice-presidente executivo da companhia, David Hajovsky informou ao PetróleoHoje que essa licença ambiental apoia o projeto Santos Sul 3D, projeto sísmico em parceria com a PGS na Bacia de Santos.
Na Bacia de Pelotas, a TGS possui 42 mil km² de sísmica 2D, segundo informações no site da companhia. A última parte da campanha sísmica nessa bacia aconteceu em 2021, que foi a Fase 3 do projeto multicliente 2D.
Conforme publicado pelo PetróleoHoje, as companhias conseguiram o pré-financiamento do projeto multicliente em Santos em dezembro de 2022. Ele é a Fase 5 da campanha sísmica na bacia. O projeto alcançará mais de 15 mil km² e a pesquisa será feita pela embarcação sísmica Ramform Tethys, da PGS.
Segundo o vice-presidente, a aquisição de dados em Santos Sul começará em fevereiro deste ano, um mês após o programado.
“A TGS vê esses dados como benéficos para os esforços de exploração que se estendem para fora das prolíficas bacias do pré-sal, onde atualmente há cobertura sísmica 3D limitada. As recentes licenças fazem parte dessa estratégia de fornecer 3D de alta qualidade em benefício do Brasil”, disse Hajovsky.
O Ibama emitiu a licença para o Santos Sul 3D em setembro de 2022. Ele irá abranger os blocos que a Shell e a TotalEnergies adquiriram na 17ª Rodada de Licitações da ANP e no 3º Ciclo da Oferta Permanente, conforme antecipado pelo PetróleoHoje.
Fonte: Revista Brasil Energia