A TGS expandiu sua cobertura de conjunto de dados de avaliação de armazenamento de CO2, informou a empresa nesta segunda-feira (11). A expansão ocorreu a partir da adição de oito bacias terrestres dos EUA (Costa do Golfo Onshore, Permiano, Illinois, Michigan, Appalachia, Dakota do Norte, Sacramento-San Joaquin e DJ), a qual também incluiu a interpretação de 43 mil poços em 378 milhões de acres.
O financiamento da indústria apoiou essa atividade, e as avaliações individuais das bacias serão divulgadas à medida que acontecer a conclusão, que será ao longo de 2024 e 2025.
A empresa explica que essa avaliação de armazenamento acelera as estratégias de emissões net-zero. O que permite àqueles que tomam as decisões identificar as formações subterrâneas ideais para o sequestro de carbono, reduzindo as emissões e “desbloqueando novos valores.”
“Esta é uma expansão significativa em relação aos produtos de avaliação de armazenamento de CO2 da TGS, que permitirá à indústria reduzir emissões e desbloquear valor através de análises eficazes de sequestro de carbono”, informou o vice-presidente executivo de Soluções de Energia Digital da TGS, Jan Schoolmeesters.
A avaliação de armazenamento de CO2 oferece uma avaliação geológica abrangente do potencial de armazenamento de aquíferos salinos, aproveitando a biblioteca subterrânea de dados sísmicos, de poços e geológicos da TGS.
Para a avaliação subterrânea do armazenamento de carbono, há a consideração da estrutura geológica, bem como as características do reservatório, a dinâmica dos fluidos e a integridade da rocha. Estas atividades fornecem informações que permitem identificar as melhores formações subterrâneas para o sequestro de carbono.
Fonte: Revista Brasil Energia