A Total planeja iniciar as operações de perfuração na Bacia do Foz do Amazonas entre o primeiro e segundo trimestres de 2017. A previsão é perfurar até dois poços no ano que vem. Em caso de sucesso, a companhia poderá perfurar até nove poços durante um perãodo que poderá variar entre um e dois anos utilizando uma ou duas sondas.
A perfuração de cada poço deve durar cerca de 120 dias, e as operações serão nos blocos FZA-M-125, FZA-M-127, FZA-M-057, FZA-M-086 e FZA-M-088. A petroleira informou que está em fase de preparação e licenciamento do projeto e que estão programadas audiências públicas no final de julho em Salvaterra e Belém, no Pará, e Macapá (AP) para discuti-lo.
A preparação inclui ainda a realização de concorrências para contratação de serviços e equipamentos para a operação. No momento, a empresa avalia propostas recebidas para o afretamento de três PSVs e um OSRV, em licitação que conta com a participação de 15 empresas.
Um dos requisitos é que o armador proponha uma solução para embarcar um ROV workclass3 (modular ou instalação permanente) . As propostas podem, inclusive, contemplar a oferta de uma embarcação já equipada com ROV com capacidade para operar em lâmina d’água de 2,7 mil m.
Os barcos devem ser preferencialmente de bandeira brasileira – embarcações estrangeiras também podem ser ofertadas, desde que seu Certificado de Autorização de Afretamento (CAA) seja válido e possa ser renovado durante o perãodo contratual.
As embarcações vão operar a partir da base de apoio da Total em Belém (PA).