ANP ampliou o prazo para explorar o ativo devido ao atraso no licenciamento ambiental
A Total terá mais tempo para explorar o bloco CE-M-661, na Bacia do Ceará, adquirido na rodada 11ª de licitação dos leilões. A ANP restituiu 865 dias do prazo contratual do primeiro período exploratório do ativo por conta de atrasos no licenciamento ambiental.
Com isso, o término do primeiro período exploratório passou de 2019 para 2021, e o segundo período foi estendido até 2023.
A petroleira francesa é operadora do bloco com 45% de participação, em sociedade com a Premier Oil (30%) e a QGEP (25%). O bloco CE-M-661 tem 768,5 km2 de área e está a cerca de 50 km da costa, em possui lâmina d’água de aproximadamente 2 mil m.
A Total tem participação 15 blocos exploratórios no Brasil e foca em águas profundas. Um de seus ativos mais valiosos é Libra, onde possui 20% de participação.
A petroleira é operadora do campo de Lapa (35%), que também está no pré-sal de Santos, em parceira com a Shell (30%), Repsol-Sinopec (25%) e Petrobras (10%).
Fonte: Revista Brasil Energia