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Clippings - 16/05/23

TotalEnergies anuncia a assinatura dos contratos de partilha dos Blocos 6 e 8 no Suriname

TotalEnergies anunciou, nesta segunda-feira (15), a assinatura dos contratos de partilha dos Blocos 6 e 8 com a Staatsolie, petrolífera estatal do Suriname. A companhia francesa irá operar os blocos com 40% de participação, em parceria com a QatarEnergy (20%) e a Paradise Oil Company (40%), subsidiária da Staatsolie.

De acordo com Kevin McLachlan, vice-presidente sênior de Exploração da TotalEnergies, a assinatura dos contratos marca a entrada da QatarEnergy no offshore do Suriname. “A TotalEnergies tem o prazer de expandir sua posição de operadora no Suriname, uma bacia emergente de classe mundial, explorando recursos de petróleo de baixo custo técnico e baixa emissão de GEE”, completou o executivo, segundo o comunicado.

A companhia já anunciou cinco descobertas na área dos Blocos 6 e 8, segundo o comunicado mais recente, publicado em fevereiro do ano passado. Os blocos estão localizados em águas rasas, com profundidades variando entre 30 m e 50 m, na costa sul do Suriname, perto da fronteira com a Guiana, sendo adjacentes ao Bloco 58 – operado pela TotalEnergies (50%) em parceria com a Apache Corporation (50%).

Créditos: TotalEnergies

Em novembro do ano passado, a Rystad Energy publicou uma análise sobre o Bloco 58, afirmando que avaliações feitas pela Total mostraram o registro de anomalias entre os dados de poço obtidos e os dados sísmicos do bloco, “aumentando, assim, a incerteza sobre a espessura do reservatório e sua ocorrência lateral”. Por conta dessas incertezas, a decisão final de investimento (FID) em relação ao bloco foi adiada.

Em resposta ao PetróleoHoje, a assessoria de imprensa da TotalEnergies afirmou que o FID do Bloco 58 só poderá ser obtido quando for estabelecido um nível de recursos suficiente e economicamente viável. “A geologia no Suriname é complexa e a avaliação requer tempo. O projeto está seguindo o processo normal de avaliação”, completou a assessoria da major à reportagem.

Fonte: Revista Brasil Energia