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Clippings - 30/11/21

TPAR e Maersk Supply Service oficializam negócio

Maersk Supply Service e o Terminal Portuário de Angra dos Reis anunciaram, na segunda-feira (29/11), o projeto que visa reativar o complexo do Porto de Angra dos Reis (RJ) com a intenção de torná-lo uma das principais bases de apoio offshore do país. O negócio foi antecipado pelo PetróleoHoje.

O projeto possui duas principais frentes: o apoio à pré-instalação do sistema de ancoragem do FPSO Sepetiba (que irá compor o projeto de Mero 2, na Bacia de Santos), e o investimento em melhorias operacionais e estruturais para a ampliação da capacidade do terminal, de modo que possa operar com navios de maior porte.

A previsão é que as operações de pré-instalação do sistema de amarração do Sepetiba se iniciem em janeiro de 2022 a partir da etapa de instalação da pré-ancoragem dos torpedos e linhas, com duração de sete meses.

Já a ampliação do calado do terminal de 8,5 m para 10 m deve ocorrer ainda neste ano. O projeto inclui, ainda, a expansão da área de armazenagem em mais 50 mil m² e melhorias gerais no TPAR, como dragagem.

“A confiança de um player importante do mercado como a Maersk Supply Service prova que o TPAR está pronto para atender às principais demandas do pré-sal”, afirmou Cleber Silva, Diretor Comercial do terminal, segundo o comunicado.

O TPAR é administrado pela operadora Top (que pertence ao grupo Splenda Port) desde o início de 2020, após a saída da TechnipFMC no final de 2019. O empreendimento, localizado a 200 km da Bacia de Santos, possui área total de 87 mil m², 400 m de extensão de cais, disponibilidade de berço para atracação e retroárea.

Por sua vez, o contrato para a pré-instalação do sistema de ancoragem do FPSO Sepetiba foi assinado em junho deste ano entre a Maersk e o consórcio de Libra. O negócio, avaliado em US$ 100 milhões, inclui a execução do serviço e o fornecimento de todos os equipamentos, contemplando atividades de engenharia, suprimentos, construção e instalação offshore.

A plataforma está sendo construída na China, pela SBM Offshore – que informou, recentemente, que a construção da unidade foi impactada por “desafios no estaleiro” causados pela pandemia de Covid-19. Apesar dos contratempos, a companhia manteve o primeiro óleo do ativo para 2023.

Fonte: Revista Brasil Energia