A transição energética está na temática empresarial desde o final da pandemia, como caminho necessário para evolução da economia de baixo carbono. Na 28ª Conferência das Partes (COP 28) de Dubai, 130 países se comprometeram a triplicar a capacidade de geração de energia renovável instalada no mundo para, pelo menos, 11.000 GW até 2030 e dobrar a média anual global de melhorias na eficiência energética de cerca de 2% para mais de 4% a cada ano até 2030[1], que demonstra que o assunto ficará em pauta por um prazo mais longo.
Se comparado a maior parte dos países, o Brasil tem uma posição diferenciada no que tange às fontes renováveis. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética divulgados em 2023, a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo, tendo mantido seu percentual renovável (47,4%) em função da expansão da fonte hidráulica, bem como dos investimentos nas fontes eólica e solar.[2]
Não obstante, o tema ocupou a pauta do Congresso Nacional em 2023 e promete continuar em 2024.
[1] https://www.cop28.com/en/global-renewables-and-energy-efficiency-pledge
[2] https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-748/topico-681/BEN_S%C3%ADntese_2023_PT.pdf