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Clippings - 09/04/15

Ultracargo tem 10 dias para apresentar possíveis causas do incêndio

Com a instalação de um inquérito civil pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) da Baixada Santista e pela Promotoria de Justiça de Meio Ambiente de Santos, para apurar as causas do incêndio da Alemoa, os promotores que cuidam do caso aguardam respostas dos envolvidos no acidente.

De acordo com ofício enviado à Ultracargo, a empresa deve apresentar, no prazo de dez dias, informações sobre as possíveis causas do incêndio, medidas adotadas para contenção do fogo, documentação sobre o Plano de Emergência Individual e detalhamento dos produtos estocados em cada um dos tanques do terminal e a quem pertenciam os líquidos armazenados.

“Pedimos também que a empresa identifique todas os funcionários envolvidos para que eles possam ser ouvidos”, explica o promotor do Meio Ambiente Daury de Paula Junior.

O Ministério Público (MP) de São Paulo também solicitou à Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) cópia do licenciamento ambiental do terminal, dos planos de emergência individual, de gerenciamento de risco e atuação integrada com aprovações.

A estatal também deve apresentar relatório detalhado sobre a poluição da área e laudos das análises de água, ar e solo realizadas ou exigidas da Ultracargo. Terá de informar, ainda, se houve autos de infração contra a empresa nos últimos cinco anos.

Para ajudar nas investigações, serão solicitadas às empresas vizinhas – BTP, Ultragaz, Vopak e Stolthaven – cópias das imagens das câmeras de segurança particulares do dia do incêndio. Além disso, o MP requereu às prefeituras de Santos, São Vicente e Cubatão informações sobre as providências que adotaram diante do incêndio e cópia de eventuais autos de infração lavrados.