A Technip e a FMC Technologies têm juntas US$ 1,9 bilhão bilhão em contratos ativos com a Petrobras, sendo quase metade (US$ 910 milhões) referente a serviços de instalação offshore, segundo dados públicos da estatal. As companhias anunciaram a fusão de seus negócios nesta quinta-feira (19/5).
Os principais contratos da Technip com a petroleira são de afretamento e operação de PLSV, no valor de US$ 830,7 milhões; de projeto básico (US$ 357 milhões); e de manuseio, controle, estoque e manutenção (US$ 197 milhões).
Este ano, a empresa francesa iniciou a produção das linhas flexíveis que serão utilizadas no teste de longa duração (TLD) de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. As linhas estão sendo produzidas na fábrica da companhia no Porto do Açu (RJ) mesmo local onde estão sendo produzidas as linhas que serão instaladas nas áreas de Lula Alto, Iracema Norte e Iracema Sul.
Recentemente, a companhia anunciou a renovação por mais quatro anos do contrato de sua base de apoio logístico de tubos flexíveis (Bavit), em Vitória (ES), com a Petrobras. Em consórcio com a Odebrecht e a DOF, a companhia possui seis contratos de operação de PLSVs com a Petrobras, incluindo barcos ainda em construção.
Já os maiores contratos ativos da FMC com a estatal são de assistência técnica (US$ 218 milhões), sobressalentes (US$ 145 milhões) e ferramentas (US$ 26,3) para manifolds destinados a campos do pré-sal.
Em dezembro do ano passado, a empresa entregou para a Petrobras sua 500º produzida no Brasil. Destinado ao campo de Lula, no cluster do pré-sal, na Bacia de Santos, o equipamento é parte de um contrato entre as companhias que prevê o fornecimento de 127 ANMs para o pré-sal, assinado em 2012