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Clippings - 03/07/15

UOTE está fora dos planos da Petrobras

A unidade Offshore de Transferência e Exportação (UOTE), primeiro terminal oceânico de petróleo, está fora do Plano de Negócios 2015-2019 da Petrobras. O projeto, praticamente todo contratado, não será mais necessário com a revisão da curva de óleo até 2020, quando a Petrobras pretende produzir 2,8 milhões de barris/dia.

Procurada, a Petrobras não respondeu imediatamente aos questionamentos sobre a UOTE. Fontes da companhia, entretanto, informaram que os processos relacionados à instalação da unidade estão parados e uma reunião já chegou a ser convocada para tratar do rumo dos equipamentos contratados e, inclusive, já entregues.

No plano de negócios 2014-2018, a UOTE estava planejada para entrar em operação ano que vem e, agora, a única previsão é de uma reavaliação do projeto em 2018.

A Petrobras assinou com Subsea 7, Omni Offshore e Blue Water Energy Services, 26 contratos e aditivos, que valem US$ 672 milhões e mais uma parcela em real de R$ 329 milhões para o pacote de serviços que seriam executados localmente.

O maior contrato, de US$ 555,6 milhões, é para o afretamento do FSO UOTE-1, peça-chave do terminal que faria a tancagem de 2,26 milhões de barris de petróleo em alto mar e permitiria até duas operações simultâneas de offloading. Concluído pela Omni em 2013, o FSO inutilizado conta também com um contrato de preservação de US$ 8,5 milhões.

Projeto

O desenho do terminal previa a conexão do FSO UOTE-1 à duas monoboias fornecidas pela Blue Water, interligadas por um sistema submarino contratado à Subsea 7. Quando concebido, a ideia era aumentar a capacidade de movimentação da Transpetro.