Novos contratos de EPCI (Engenharia, Suprimentos, Construção e Instalação) offshore devem movimentar aproximadamente US$ 80 bilhões entre 2019 e 2020 no mundo, de acordo com levantamento da Rystad Energy.
Os projetos de Carcará, Lula e Atapu Norte, no pré-sal brasileiro, estão entre os empreendimentos que contribuirão para o aumento no volume de negócios nos próximos dois anos, em comparação com o biênio anterior.
Ativos na Arábia Saudita (Berri, Zuluf expansão e Marjan), Qatar (North Field Expansão T8, T9, T10 e T11), nos Emirados Árabes Unidos (Hail & Ghasha e Upper Zakum) e Mauritânia (Tortue Oeste) completam os principais projetos no período.
Os empreendimentos listados estão potencialmente associados a 28 FPSOs e 90 plataformas fixas.
Evolução dos investimentos no mercado de EPCI.
De acordo com a Rystad, a taxa de crescimento esperada para o mercado de EPCI até 2023 é de 5% ao ano, impulsionada sobretudo por novos projetos (greenfield). Operações no Oriente Médio e na América do Norte deverão responder por 21% do mercado global – incluindo empreendimentos terrestres – no próximos cinco anos.
Com queda de 45% desde 2014, o mercado de EPCI deve se estabilizar este ano, com leve redução em 2020, para, em seguida, retomar trajetória de recuperação.
Fonte: Revista Brasil Energia