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Clippings - 16/08/10

Wilson, Sons registra receita líquida de U$S 141 milhões

A Wilson, Sons registrou receita líquida de US$ 141,5 milhões no segundo trimestre deste ano, perfazendo aumento de 22,7% em relação a igual perãodo de 2009. O lucro líquido da companhia alcançou US$ 31 milhões, enquanto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu US$ 42,1 milhões no segundo trimestre de 2010.

Os investimentos da companhia no segundo trimestre de 2010 totalizaram US$ 25,5 milhões, voltados, principalmente, à renovação e à expansão da frota de rebocadores e PSVs.

Os resultados do segmento offshore refletem os efeitos da formação da joint venture Wilson, Sons UltraTug Offshore. Após a formalização da parceria, os resultados passaram a ser reportados proporcionalmente, com 50% de participação da Wilson, Sons. Sendo assim, o segmento de Offshore apresentou uma queda de 15,2% nas receitas do segundo trimestre de 2010, em comparação com o apurado no mesmo perãodo de 2009.

O aquecimento do setor de óleo e gás se refletiu principalmente nos resultados da subsidiária Brasco. A receita do terminal, que atende a diversas companhias do setor, apresentou significativo crescimento de 112,3% no segundo trimestre de 2010 em comparação com o mesmo perãodo do ano passado, chegando a US$ 14,3 milhões.

A receita líquida dos terminais portuários da Wilson, Sons subiu 28,8% no segundo trimestre, chegando a US$ 55,9 milhões contra US$ 43,4 milhões registrados no mesmo perãodo de 2009. De janeiro a junho de 2010, o volume operado cresceu 6,2%, e atingiu 442,1 mil Teus (medida equivalente a um contêiner-padrão, de 20 pés), apesar do leve recuo de 1,5% registrado no segundo trimestre de 2010.

A apreciação do real frente ao dólar favoreceu os níveis de importações em detrimento das exportações. A cabotagem foi positivamente impactada, uma vez que grande parte das cargas importadas está concentrada nos principais portos do país para, posteriormente, serem distribuídas através deste modal. Desta maneira, os volumes de cabotagem aumentaram, respectivamente, 14,3% e 13,9% no trimestre e no acumulado do ano.

A rebocagem registrou aumento de 4,5% na receita líquida, na comparação entre os trimestres, e chegou a US$ 37,8 milhões. O desempenho positivo é resultado da maior demanda por operações especiais, favorecidas pelas operações de salvatagem e suporte aos terminais de LNG.

No negócio de estaleiros, que engloba os serviços de construção naval da empresa, a receita líquida atingiu US$ 13,2 milhões no segundo trimestre de 2010, 179,1% maior que em igual intervalo do ano passado. Excluindo-se ganhos não-recorrentes, ocorridos com a formação da joint venture, a receita líquida do negócio teria sido de US$ 2,8 milhões.

O agenciamento marítimo apresentou incremento de 14,3% na receita líquida, que atingiu US$ 4,2 milhões, com crescimento em todos os seus indicadores operacionais, reflexo direto do aumento do fluxo de comércio internacional.

Na área de logística, renovações de contrato e novas operações in-house (gestão de operações nas instalações do cliente) foram iniciadas nas indústrias de siderurgia e mineração, como parte da estratégia de aumentar o atendimento para esses setores. A receita líquida do negócio alcançou US$ 21,7 milhões no trimestre em análise, superior em 16,9% à apurada no segundo trimestre de 2009.

O sólido crescimento das receitas reflete a consistente demanda por nossa plataforma integrada de serviços portuários, marítimos e logísticos terrestres, os quais servem, principalmente, à corrente de comércio e indústria de óleo e gás, avalia o CEO das operações no Brasil, Cezar Baião.